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LITURGIA DIÁRIA COM O PADRE RÓGER ARAÚJO - 2017 - ANO A - REPÓRTER CATÓLICO - VALDIVINO FILHO

LITURGIA DIÁRIA COM O PADRE RÓGER ARAÚJO - 2017   - ANO A - REPÓRTER CATÓLICO - VALDIVINO FILHO
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terça-feira

5º DOMINGO DA QUARESMA - ANO A - 02-ABR-2017

RESSURREIÇÃO DE LÁZARO


 1ª Leitura: Ez 37,12-14. 

Sl 129 


2ª Leitura: Rm 8,8-11. 

Evangelho: Jo 11,1- 45. - Um tal de Lázaro ...

1 Um tal de Lázaro tinha caído de cama. Ele era natural de Betânia, o povoado de Maria e de sua irmã Marta. 2 Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com perfume, e que tinha enxugado os pés dele com os cabelos. Lázaro, que estava doente, era irmão dela. 3 Então as irmãs mandaram a Jesus um recado que dizia: «Senhor,  aquele a quem amas está doente.» 4 Ouvindo o recado, Jesus disse: «Essa doença não é para a morte, mas para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela.» 5 Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro. 6 Quando ouviu que ele estava doente, ficou ainda dois dias no lugar onde estava. 7 Só então disse aos discípulos: «Vamos outra vez à Judéia.» 8 Os discípulos contestaram: «Mestre, agora há pouco os judeus queriam te apedrejar, e vais de novo para lá?»
9 Jesus respondeu: «Não são doze as horas do dia? Se alguém caminha de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo. 10 Mas se alguém caminha de noite, tropeça, porque nele não há luz.» 11 Disse isso e acrescentou: «O nosso amigo Lázaro adormeceu. Eu vou acordá-lo.» 12 Os discípulos disseram: «Senhor, se ele está dormindo, vai se salvar.» 13 Jesus se referia à morte de Lázaro, mas os discípulos pensaram que ele estivesse falando de sono natural.
14 Então Jesus falou claramente para eles: «Lázaro está morto. 15 E eu me alegro por não termos estado lá, para que vocês acreditem. Agora, vamos para a casa dele.» 16 Então Tomé, chamado Gêmeo, disse aos companheiros: «Vamos nós também para morrermos com ele.» Jesus é a ressurreição e a vida -* 17 Quando Jesus chegou, já fazia quatro dias que Lázaro estava no túmulo. 18 Betânia ficava perto de Jerusalém; uns três quilômetros apenas. 19 Muitos judeus tinham ido à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20 Quando Marta ouviu que Jesus estava chegando, foi ao encontro dele. Maria, porém, ficou sentada em casa.
21 Então Marta disse a Jesus: «Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. 22 Mas ainda agora eu sei: tudo o que pedires a Deus, ele te dará.» 23 Jesus disse: «Seu irmão vai ressuscitar.» 24 Marta disse: «Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia.» 25 Jesus disse: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem acredita em mim, mesmo que morra, viverá. 26 E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre. Você acredita nisso?» 27 Ela respondeu: «Sim, Senhor. Eu acredito que tu és o Messias, o Filho de Deus que devia vir a este mundo.» Jesus e Maria: a dor por causa da morte -* 28 Dito isso, Marta foi chamar sua irmã Maria. Falou com ela em voz baixa: «O Mestre está aí, e está chamando você.» 29 Quando Maria ouviu isso, levantou-se depressa e foi ao encontro de Jesus. 30 Jesus ainda não tinha entrado no povoado, mas estava no mesmo lugar onde Marta o havia encontrado.
31 Os judeus estavam com Maria na casa e a procuravam consolar. Quando viram Maria levantar-se depressa e sair, foram atrás dela, pensando que ela iria ao túmulo para aí chorar.
32 Então Maria foi para o lugar onde estava Jesus. Vendo-o, ajoelhou-se a seus pés e disse: «Senhor, se estivesses aqui, meu irmão não teria morrido.» 33 Jesus viu que Maria e os judeus que iam com ela estavam chorando. Então ele se conteve e ficou comovido. 34 E disse: «Onde vocês colocaram Lázaro?» Disseram: «Senhor, vem e vê.» 35 Jesus começou a chorar. 36 Então os judeus disseram: «Vejam como ele o amava!» 37 Alguns deles, porém, comentaram: «Um que abriu os olhos do cego, não poderia ter impedido que esse homem morresse?»
Jesus e Lázaro: da morte para a vida. - 38 Jesus, contendo-se de novo, chegou ao túmulo. Era uma gruta, fechada com uma pedra. 39 Jesus falou: «Tirem a pedra.» Marta, irmã do falecido, disse: «Senhor, já está cheirando mal. Faz quatro dias.» 40 Jesus disse: «Eu não lhe disse que, se você acreditar, verá a glória de Deus?» 41 Então tiraram a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: «Pai, eu te dou graças porque me ouviste. 42 Eu sei que sempre me ouves. Mas eu falo por causa das pessoas que me rodeiam, para que acreditem que tu me enviaste.» 43 Dizendo isso, gritou bem forte: «Lázaro, saia para fora!» 44 O morto saiu. Tinha os braços e as pernas amarrados com panos e o rosto coberto com um sudário. Jesus disse aos presentes: «Desamarrem e deixem que ele ande.»
Os poderosos procuram matar Jesus -* 45 Então muitos judeus, que tinham ido à casa de Maria e que viram o que Jesus fez, acreditaram nele.

* 11,1-16: Numa comunidade marcada por relações de afeto e amor ativo, ninguém tem medo de perigo ou de se comprometer quando se trata de ajudar o irmão necessitado. O receio de enfrentar obstáculos nasce da falta de fé que não compreende a qualidade de vida que Jesus comunica.
* 17-27: Jesus se apresenta como a ressurreição e a vida, mostrando que a morte é apenas uma necessidade física. Para a fé cristã a vida não é interrompida com a morte, mas caminha para a sua plenitude. A vida plena da ressurreição já está presente naqueles que pertencem à comunidade de Jesus.
* 28-44: A morte é o resumo e o ponto máximo de todas as fraquezas humanas. O medo da morte acovarda o homem diante da opressão, e o impede de testemunhar. O medo fortalece o poder dos opressores. Libertando o homem desse medo, Jesus torna-o radicalmente livre e capaz de dar até o fim o testemunho da própria fé.
Bíblia Sagrada – Edição Pastoral
FONTE

quinta-feira

LITURGIA DOMINICAL ANO A - 2017 - 4º DOMINGO DA QUARESMA

Texto originalmente publicado em português de Portugal (Pt)

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Tema do 4º Domingo da Quaresma

As leituras deste Domingo propõem-nos o tema da “luz”. Definem a experiência cristã como “viver na luz”.
No Evangelho, Jesus apresenta-se como “a luz do mundo”; a sua missão é libertar os homens das trevas do egoísmo, do orgulho e da auto-suficiência. Aderir à proposta de Jesus é enveredar por um caminho de liberdade e de realização que conduz à vida plena. Da acção de Jesus nasce, assim, o Homem Novo – isto é, o Homem elevado às suas máximas potencialidades pela comunicação do Espírito de Jesus.
Na segunda leitura, Paulo propõe aos cristãos de Éfeso que recusem viver à margem de Deus (“trevas”) e que escolham a “luz”. Em concreto, Paulo explica que viver na “luz” é praticar as obras de Deus (a bondade, a justiça e a verdade).
A primeira leitura não se refere directamente ao tema da “luz” (o tema central na liturgia deste domingo). No entanto, conta a escolha de David para rei de Israel e a sua unção: é um óptimo pretexto para reflectirmos sobre a unção que recebemos no dia do nosso Baptismo e que nos constituiu testemunhas da “luz” de Deus no mundo.

LEITURA I – 1 Sam 16,1b.6-7.10-13a
Leitura do Primeiro Livro de Samuel
Naqueles dias,
o Senhor disse a Samuel:
«Enche o corno de óleo e parte.
Vou enviar-te a Jessé de Belém,
pois escolhi um rei entre os seus filhos».
Quando chegou, Samuel viu Eliab e pensou consigo:
«Certamente é este o ungido do Senhor».
Mas o Senhor disse a Samuel:
«Não te impressiones com o seu belo aspecto,
nem com a sua elevada estatura,
pois não foi esse que Eu escolhi.
Deus não vê como o homem;
o homem olha às aparências, o Senhor vê o coração».
Jessé fez passar os sete filhos diante de Samuel,
mas Samuel declarou-lhe:
«O senhor não escolheu nenhum destes».
E perguntou a Jessé:
«Estão aqui todos os teus filhos?»
Jessé respondeu-lhe:
«Falta ainda o mais novo, que anda a guardar o rebanho».
Samuel ordenou: «Manda-o chamar,
porque não nos sentaremos à mesa, enquanto ele não chegar».
Então Jessé mandou-o chamar:
era loiro, de belos olhos e agradável presença.
O Senhor disse a Samuel:
«Levanta-te e unge-o, porque é este mesmo».
Samuel pegou no corno do óleo e ungiu-o no meio dos irmãos.
Dequele dia em diante,
o Espírito do Senhor apoderou-Se de David.

AMBIENTE
Na segunda metade do séc. XI a.C., os filisteus constituíam uma ameaça bastante séria para as tribos do Povo de Deus. Instalados na orla costeira, os filisteus pressionavam cada vez mais os outros grupos que habitavam a terra de Canaã, nomeadamente as tribos do Povo de Deus que ocupavam as montanhas do interior do país. A necessidade de uma liderança única e forte levou os anciãos das tribos a equacionar, pela primeira vez, a possibilidade da união política das tribos sob a autoridade de um rei, à imagem do que sucedia com os outros povos da zona.
A primeira experiência monárquica aconteceu com Saúl e agrupava as tribos do centro e algumas do norte do país. Essa experiência terminou, no entanto, de forma dramática: Saúl e seu filho Jónatas morreram na batalha de Gelboé, em luta contra os filisteus, por volta do ano 1010 a.C.
Era preciso encontrar um outro “herói”, capaz de gerar consensos entre tribos muito diferentes, juntá-las e conduzi-las vitoriosamente ao combate contra os inimigos filisteus. A escolha dos anciãos – tanto das tribos do norte, como das tribos do sul – recaiu, então, num jovem chamado David.
David nasceu por volta de 1040 a.C., em Belém de Judá, no sul do país. Como é que David se tornou notado e se impôs, de forma a ser considerado uma solução para o problema da realeza?
O Livro de Samuel apresenta três tradições sobre a entrada de David em cena. A primeira apresenta David como um admirável guerreiro, cuja valentia chamou a atenção de Saúl, sobretudo após a sua vitória sobre o gigante filisteu Golias (cf. 1 Sm 17). A segunda tradição apresenta David como um poeta, que vai para a corte de Saúl para cantar e tocar harpa (segundo esta tradição – bastante hostil a Saúl – o rei só conseguia reencontrar a calma e o bem estar quando David o acalmava com a sua música – cf. 1 Sm 16,14-23. Aos poucos, o poeta/cantor David foi ganhando adeptos na corte, tornando-se amigo de Jónatas, o filho de Saúl, e casando mesmo com Mical, a filha do rei). Finalmente, a terceira tradição – a menos verificável historicamente, mas a de maior importância teológica – apresenta a realeza de David como uma escolha de Jahwéh. É esta terceira tradição que o nosso texto nos apresenta.

MENSAGEM
O nosso relato apresenta-nos uma bem elaborada reflexão sobre a eleição. O autor do texto pretende mostrar que a lógica de Deus é bem diferente, neste capítulo, da lógica dos homens.
Antes de mais, David é apresentado como o eleito de Jahwéh. É sempre Jahwéh que escolhe aqueles a quem quer confiar uma missão. Nem a Samuel – o seu enviado – Jahwéh dá qualquer explicação. A eleição não resulta da iniciativa do homem, mas sim da iniciativa e da vontade livre de Deus.
Em segundo lugar, impressiona a lógica da escolha de Deus. Samuel raciocina com a lógica dos homens e pretende ungir como rei o filho mais velho de Jessé de Belém, impressionado pelo seu belo aspecto e pela sua estatura; mas não é essa a escolha de Deus… Samuel percebe, finalmente, que a escolha de Deus recai sobre David – o filho mais novo de Jessé – um jovem anónimo e desconhecido que andava a guardar o rebanho do pai.
A história da eleição de David quer sublinhar a lógica de Deus, que escolhe sem ter em conta os méritos, o aspecto ou as qualidades humanas que costumam impressionar os homens. Pelo contrário, Deus escolhe e chama, com frequência, os pequenos, os mais fracos, aqueles que o mundo marginaliza e considera insignificantes; e é através deles que age no mundo.
Fica, assim, claro que quem leva a cabo a obra da salvação é Deus; os homens são apenas instrumentos, através dos quais Deus realiza a sua obra no mundo.

ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pode partir dos seguintes dados:
• Se olharmos para o mundo com olhos de esperança, vemos muitas pessoas que realizam coisas bonitas, que lutam contra a miséria, o sofrimento, a injustiça, a doença, o analfabetismo, a violência… Não há mal nenhum em admirarmos a sua disponibilidade e em aprendermos com o seu empenh
o e compromisso. No entanto, nós os crentes somos convidados a olhar mais além e a ver Deus por detrás de cada gesto de amor, de bondade, de coragem, de compromisso com a construção de um mundo melhor. O nosso Deus continua a construir, dia a dia, a história da salvação; e chama homens e mulheres para colaborarem com Ele na salvação do mundo.

• A nossa leitura mostra, mais uma vez, que Deus tem critérios diferentes dos critérios humanos e que a sua lógica nem sempre coincide com a nossa. “Deus não vê como o homem; o homem olha às aparências, o Senhor vê o coração” – diz o texto. É preciso entrar na lógica de Deus e aprender a ver, para além da aparência, da roupa que a pessoa veste, do “curriculum” profissional ou académico; é preciso aprender a ver com o coração e a descobrir a riqueza que se esconde por detrás daqueles que parecem insignificantes e sem pretensões… É preciso, sobretudo, aprender a respeitar a dignidade de cada homem e de cada mulher, mesmo quando não parecem pessoas importantes ou influentes. É isso que acontece nos “guichets” dos nossos serviços públicos? É isso que acontece nas recepções das nossas igrejas? É isso que acontece nas portarias das nossas casas religiosas?

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 22 (23)


Refrão 1: O Senhor é meu pastor: nada me faltará.
Refrão 2: O Senhor me conduz: nada me faltará.
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança.

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e meu cálice transborda.

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.

LEITURA II – Ef 5,8-14
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios
Irmãos:
Outrora vós éreis trevas,
mas agora sois luz no Senhor.
Vivei como filhos da luz,
porque o fruto da luz é a bondade, a justiça e a verdade.
Procurai sempre o que mais agrada ao Senhor.
Não tomeis parte nas obras das trevas, que são inúteis;
tratai antes de condená-las abertamente,
porque o que eles fazem em segredo
até é vergonhoso dizê-lo.
Mas, todas as coisas que são condenadas
são postas a descoberto pela luz,
e tudo que assim se manifesta torna-se luz.
É por isso que se diz:
«Desperta, tu que dormes; levanta-te do meio dos mortos
e Cristo brilhará sobre ti».

AMBIENTE

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sexta-feira

AS MAIS LINDAS MÚSICAS DE LOUVOR E ADORAÇÃO3 - EVANGÉLICAS E CATÓLICAS

TODOS OS VÍDEOS FAZEM PARTE DA  PLAYLIST - AS MAIS LINDAS MÚSICAS DE LOUVOR E ADORAÇÃO EVANGÉLICAS E CATÓLICAS NO YOU TUBE -

ACESSEM O LINK ABAIXO PARA CONHECER TODA A PLAYLIST (30 VÍDEOS).

https://www.youtube.com/watch?v=AIZd82Jc1O8&list=PLfpVHsBEy9_cTwfAciQRbm_06bZ2OTHG4 
















48.437.296 visualizações no You Tube, até 23Mar2017



ASSISTA PELO YOU TUBE, PARA VER A PLAYLIST GOSPEL, COM 29 VÍDEOS:

https://www.youtube.com/watch?v=CGHkhE9O1D0&list=PLfpVHsBEy9_cTwfAciQRbm_06bZ2OTHG4&index=7







Senhor,
Que Tua Luz
brilhe sempre em nossa 
trajetória...
Que Tua misericórdia
nos perdoe e nos converta
ao Teu Divino coração!
Que a Tua palavra
transcenda nossos limites
e nos santifique!
Abençoe nossos dias,
nossas vidas, nossos sonhos,
nossas famílias...nossos amigos!
Que possamos a cada dia
alcançar tudo que planejaste
para cada um de nós!
Obrigada  Senhor,
meu coração
 se enche de júbilo
por poder Ti louvar 
e bendizer, enquanto
temos vida e saúde!

Márcia MSA
06/07/99


   FONTE:

https://www.youtube.com

terça-feira

MEDITANDO A PALAVRA - ONDE É QUE DEUS ME PROVA?

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MÚSICA - MANDA TEUS ANJOS - BANDA ANJOS DE RESGATE







ONDE É QUE DEUS ME PROVA?

Deus me prova naquilo que me derrete, naquilo que me  joga ao chão. Jó foi provado até o extremo de seu ser. Nós somos discípulos de Jó. Do grande pó! Quem é o grande pó? Jesus Cristo!
Se eu quiser que o Espírito Santo me governe, eu tenho que jogar ao chão o homem velho porque a vida que preciso, o nascimento em Cristo, nasce de uma morte - o abandono do homem velho!
Aquele que fez a experiência de ter perdido a Deus, aquele que no desespero se viu no inferno e
foi resgatado pelo amor de Deus, a partir daí , tomou um caminho novo!
O Espírito lhe deu uma vida nova, somente com esta vida poderei ter progresso espiritual.
Somente assim voltarei para o caminho da Luz que Cristo nos resgata! É com a renúncia ao homem velho!
Vemos Cristo dizendo: " Tenho sede!" E você se vê também com sede!
Jesus lhe chama para beber de seu espírito e jorrarão rios de Água Viva!
Só existe um que jamais secará:  O Rio da Água Viva!
Eis que tudo se fez novo,  passou o que era velho!
Você é agora uma nova criatura!
Não conta mais o homem velho, porque as coisas de outrora não te satisfazem mais, você se consagrou a Deus!
Deixe para traz as coisas mais baixas, toma a direção de sua nova vida!!
Isto é crescer em Cristo!
Se pelo Espírito você mortificar as coisas da carne para se unir a Cristo, você  doará sua vida a Deus!

CRÉDITOS

MÁRCIO MENDES
COMUNIDADE CANÇÃO NOVA

FONTE

https://www.youtube.com/embed/mfXj6nDR-ow?list=PLfpVHsBEy9_d3Qh2z3dKYwuRQDmHVSP7n

segunda-feira

MÚSICAS PARA O TEMPO DA QUARESMA



FONTE

https://www.youtube.com/embed/clSvIDloqxI


LITURGIA DIÁRIA 13/MAR/2017 - ANO A - 2ª FEIRA - Segunda Semana da Quaresma

Salmo 78(79)



Primeira Leitura: Dn 9, 4b-10

Evangelho: Lc 6, 36-38


HOMILIA - PADRE RÓGER ARAÚJO ( C.NOVA)

Seja misericordioso com o próximo!



Seja misericordioso com o outro, como Deus é misericordioso conosco

“Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6, 36).

Se tem um adjetivo que expressa quem é Deus, que O qualifica de forma tão esplêndida, este adjetivo se chama: misericordioso. Como Deus é misericordioso! É um Deus que tem um coração que compenetra todas as nossas misérias sem julgar, sem condenar, mas transformando as misérias do coração humano.

Ninguém mais do que Deus, conhece o quão miserável é o nosso coração! Nem mesmo nós nos conhecemos, passamos por cima, ignoramos nossas misérias e olhamos para a miséria do outro. Mas, uma vez, que não olhamos para a miséria do outro com o coração transfigurado, olhamos com os nossos julgamentos, com as nossas mágoas e ressentimentos, pisamos na miséria do outro e vivemos todas essas situações de discórdia, de julgamentos e assim por diante.

Por isso, Jesus está dizendo: “Sede misericordiosos!”. De que maneira? Do mesmo jeito que é o nosso Pai! O jeito que nosso Pai nos olha, cuida de nós, com extrema misericórdia, com uma misericórdia que é infinita e sem tamanho.

Quando paramos para meditar, para contemplar a misericórdia de Deus, o nosso coração é transfigurado, rejuvenescido, renovado, restabelecido. Porque a misericórdia de Deus cura todas as coisas, ela não permite que a provação tome conta de nós por um complexo de inferioridade, pelo sentimento do erro, não permite que o sentimento da culpa prevaleça em nós. A misericórdia de Deus nos levanta, coloca-nos para cima!

Só quem experimenta, com intensidade, a misericórdia divina é que pode agir com misericórdia em relação ao outro! Seja misericordioso com o outro, como Deus é misericordioso conosco.

Qual é o primeiro sintoma que percebemos na pessoa que tem misericórdia no coração? Ela não julga os outros. “Não julgueis e não sereis julgados”. Julgamos demais as pessoas, julgamos da forma mais mundana e satânica que existe, porque, julgamos pelas aparências, julgamos sem conhecer, julgamos pelo ouvir falar, julgamos por aquilo que o mundo joga em cima de nós e fazemos verdadeiros tribunais para acusar, e da acusação partimos para a condenação.

Que tristeza o mundo estar do jeito em que está, faltam pessoas misericordiosas no mundo em que vivemos, inclusive, no mundo espiritual e eclesiástico do mundo da Igreja, nos espaços que estamos. Fazemos de nossas igrejas, de nossas reuniões verdadeiros tribunais de Caifás para julgar as atitudes das pessoas. Quando não estamos fazendo isso com aquele que é igual a nós, que gosta de falar da vida dos outros, fazemos em nossa cabeça, em nossa fantasia e assim por diante.

O mundo, hoje, não precisa de julgamentos mundanos, o mundo precisa da misericórdia! Deixe-se alcançar pela misericórdia divina e aja com muita misericórdia em relação ao próximo.

Se nós queremos ver o outro mudado, cuidado, cuide dos outros como somos cuidados por Deus, com extrema misericórdia. A misericórdia não tem limite, não tem tamanho; ela é do tamanho de Deus e no limite d’Ele. Por isso, usemos a misericórdia como o remédio para as nossas relações tão machucadas e feridas.

Deus abençoe você!

FONTE

http://liturgia.cancaonova.com/

QUARESMA - EU POSSO SER MELHOR E FAZER A DIFERENÇA



QUARESMA É TEMPO DE NOS TORNARMOS PESSOAS MELHORES: PRA MIM, PRA DEUS, PRA TODOS!

FONTE

https://www.youtube.com/embed/_YlsR8z56Vk

quinta-feira

MÚSICA GOSPEL AFRICANA -Spirit Of Praise 3 feat. Kgotso - Keletlotlo Sefapano


ASSISTA PELO YOU TUBE PARA VER
A PLAYLIST COMPLETA

FONTE

https://www.youtube.com/watch?v=Kyi1yBx58f4&list=PL2F48C841AAE75E48&index=2


WE ARE THE WORLD - USA FOR AFRICA



FONTE

Mix - Rivers Of Babylon-Rios da Babilonia -  LEGENDADO ENGLISH PORTUGUESE -
YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=Zi0RpNSELas&list=RD56tIrN5es7k&index=4

RIVERS OF BABYLON - MÚSICA INSPIRADA NO SALMO 137- LEGENDADO INGLÊS E PORTUGUÊS

Olá pessoal!
Que alegria a minha quando fui refletir a Liturgia Diária há pouco, (vide acima na POSTAGEM EM DESTAQUE,  a Liturgia de hoje - 09-03-2017). Ainda não havia aberto a postagem, peguei meu livro " VIVER A PALAVRA " para ver o nº do salmo deste dia. Busquei no You Tube e encontrei - RIOS DA BABILÔNIA SALMO 137 - Que benção! Eu amo esta música há séculos e adorava dançá-la, só que não entendia nada, kkkk Ouçam  agora! 

Música linda!





        Bom dia para todos!


FONTE

https://www.youtube.com/watch?v=56tIrN5es7k




quarta-feira

LITURGIA DOMINICAL - 3º DOMINGO DA QUARESMA - ANO A - 19/03-2017

PRIMEIRA LEITURA: Ex 17, 3-7

SALMO 94 





SEGUNDA LEITURA: Rm 5,1-2.5-8

EVANGELHO:
Jo 4,5-42


“Jesus chegou a uma localidade da Samaria, chamada Sicar, junto das terras que Jacó dera a seu filho José. Ali havia o poço de Jacó. E Jesus, fatigado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher da Samaria tirar água.
Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber. (Pois os discípulos tinham ido à cidade comprar mantimentos.) Aquela samaritana lhe disse: Sendo tu judeu, como pedes de beber a mim, que sou samaritana!… (Pois os judeus não se comunicavam com os samaritanos.)
Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de Deus, e quem é que te diz: Dá-me de beber, certamente lhe pedirias tu mesma e ele te daria uma água viva. A mulher lhe replicou: Senhor, não tens com que tirá-la, e o poço é fundo… donde tens, pois, essa água viva?
És, porventura, maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu este poço, do qual ele mesmo bebeu e também os seus filhos e os seus rebanhos?
Respondeu-lhe Jesus: Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede, mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna. A mulher suplicou: Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui tirá-la! Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e volta cá. A mulher respondeu: Não tenho marido.

Disse Jesus: Tens razão em dizer que não tens marido. Tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu. Nisto disseste a verdade. Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que és profeta!… Nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que é em Jerusalém que se deve adorar.Jesus respondeu: Mulher, acredita-me, vem a hora em que não adorareis o Pai, nem neste monte nem em Jerusalém. Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.
Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade.
Respondeu a mulher: Sei que deve vir o Messias (que se chama Cristo); quando, pois, vier, ele nos fará conhecer todas as coisas. Disse-lhe Jesus: Sou eu, quem fala contigo. Nisso seus discípulos chegaram e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher.
Ninguém, todavia, perguntou: Que perguntas? Ou: Que falas com ela? A mulher deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde e vede um homem que me contou tudo o que tenho feito. Não seria ele, porventura, o Cristo?

Eles saíram da cidade e vieram ter com Jesus. Entretanto, os discípulos lhe pediam: Mestre, come. Mas ele lhes disse: Tenho um alimento para comer que vós não conheceis. Os discípulos perguntavam uns aos outros: Alguém lhe teria trazido de comer? Disse-lhes Jesus: Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e cumprir a sua obra. Não dizeis vós que ainda há quatro meses e vem a colheita?
Eis que vos digo: levantai os vossos olhos e vede os campos, porque já estão brancos para a ceifa. O que ceifa recebe o salário e ajunta fruto para a vida eterna; assim o semeador e o ceifador juntamente se regozijarão. Porque eis que se pode dizer com toda verdade: Um é o que semeia outro é o que ceifa.
Enviei-vos a ceifar onde não tendes trabalhado; outros trabalharam, e vós entrastes nos seus trabalhos. Muitos foram os samaritanos daquela cidade que creram nele por causa da palavra da mulher, que lhes declarara: Ele me disse tudo quanto tenho feito. Assim, quando os samaritanos foram ter com ele, pediram que ficasse com eles. Ele permaneceu ali dois dias.
Ainda muitos outros creram nele por causa das suas palavras. E diziam à mulher: Já não é por causa da tua declaração que cremos, mas nós mesmos ouvimos e sabemos ser este verdadeiramente o Salvador do mundo."

77



REFLEXÃO:
CRÉDITOS: https://ideeanunciai.wordpress.com/2011/03/25/3509/

A Samaritana (São João 4, 5-42) – Reflexão
Podemos refletir o Evangelho de São João capítulo 4, versículos de 5 a 42, partindo de alguns pontos:
1-O encontro de Jesus com a Samaritana – Os Evangelhos narram muitos episódios de pessoas que tiveram suas vidas transformadas para sempre ao encontrar-se com Jesus Cristo. Ter um encontro pessoal com Cristo é ter sempre a certeza da cura, da libertação, da salvação, de uma vida nova. Com a Samaritana não foi diferente. O encontro com Jesus no Poço de Jacó mudou radicalmente a vida da Samaritana ( v.7).“Uma característica comum a todas estas narrações é a força transformadora que encerram e manifestam os encontros com Jesus, visto que desencadeiam um autêntico processo de conversão, comunhão e solidariedade. E um dos encontros mais significativos é o da Samaritana”, ensinou o Papa João Paulo II. “Tudo mudou para ela naquele dia, graças ao encontro com o Senhor Jesus, que a deixou abalada a ponto de abandonar a bilha de água e correr para contar às pessoas da aldeia: “Vinde ver um homem que me disse tudo quanto fiz. Não será Ele o Messias?” (v. 28-29), disse assim o Papa Bento XVI.
2- Jesus veio salvar a todos – Embora houvesse uma  rivalidade entre os samaritanos e os judeus por causa de suas convicções religiosas, por exemplo: os samaritanos adoravam a Deus no monte e os judeus no templo: “Nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que é em Jerusalém que se deve adorar” ( v. 20); Jesus não se deteve ante essas diferenças e  aproximou-se da Samaritana para oferecer-lhe uma vida nova, pela Água do Espírito.  Jesus é o Salvador de todos os povos. Ele morreu pelo pecado da humanidade inteira, não só por um único povo. Na Epístola a Timóteo, Paulo ensina que Deus ”deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem que se entregou como resgate por todos”.( 1, 4-6)
3-O Espírito Santo é a Água Viva que mata a nossa sede de Deus – Bento XVI diz: “Se há uma sede física indispensável para viver nesta terra, existe no homem também uma sede espiritual que só Deus pode satisfazer”. “Jesus provoca na Samaritana essa sede espiritual, pedindo a ela a água do Poço de Jacó: “Dá-me de beber”. (v.7) O Catecismo esclarece: “Jesus tem sede, seu pedido vem das profundezas do Deus que nos deseja”. “Deus tem sede de que nós tenhamos sede dele”. (2560 ) O Papa Bento XVI continua a nos ensinar: “Em cada pessoa há uma necessidade inata de Deus e da salvação que só Ele pode satisfazer.  Uma sede de infinito que só pode ser saciada com a água que Jesus oferece, a água viva do Espírito”.  O Salmo 41,2-3 proclama: “Como a corça anseia pelas águas vivas, assim minha alma suspira por vós, ó Meu Deus.  Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo…”
A resposta da Samaritana coloca barreiras entre ela e Jesus, mas Ele não se detém diante disso: ”Sendo tu judeu, como pedes de beber a mim, que sou samaritana!” (v.9) Jesus insiste com a Samaritana e conosco também hoje: “Se conhecesses o dom de Deus, e quem é que te diz: Dá-me de beber, certamente lhe pedirias tu mesma e ele te daria uma água viva”.( v. 10) Jesus é o Messias, o Salvador, portanto o único que tem poder de enviar o Espírito Santo, para sermos batizados.  São João Batista profetiza sobre Jesus: “Depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. ( Mc  1, 7-8)
4-Jesus revela à Samaritana que é o Messias – O Papa João Paulo II disse que quando Jesus revela ”à Samaritana a própria messianidade  (v. 26),ela sente-se movida a ir anunciar aos seus conterrâneos a descoberta do Messias” (v. 28-30) E o Papa Bento XVI confirma: “Quando o Senhor conquista o coração da Samaritana, a sua existência transforma-se e ela vai imediatamente sem hesitações comunicar a boa nova ao seu povo” (v. 29). Assim também nós somos chamados como batizados a anunciar o Evangelho a todos quanto pudermos.  As pessoas hoje estão cada vez mais sedentas de Deus, em razão de estarmos vivendo numa época materialista e consumista.  D. Franc Rodé disse assim: “O anúncio de Jesus Cristo, a “Boa Nova” da salvação, do amor, da justiça e da paz, nem sempre é fácil de acolher no mundo atual. Contudo o homem, hoje, tem necessidade como nunca do Evangelho, da fé que salva, da esperança que ilumina, da caridade que se faz doação”.
5-Jesus liberta a Samaritana – O Papa Bento XVI disse: ”A mulher samaritana vivia a insatisfação existencial, de quem ainda não encontrou aquilo que procura: havia tido “cinco maridos” e, naquele momento, convivia com outro homem”. Jesus revela a Samaritana o seu pecado e a faz refletir sobre sua vida. Jesus toca em seu coração: “Ele me disse tudo quanto tenho feito”.  ( v. 39)  A revelação do Senhor é sempre libertadora, pois Jesus veio “para anunciar aos cativos a redenção”.( Lc 4, 10)
6-Os Verdadeiros Adoradores adoram Jesus Eucarístico– Jesus fez a vontade do Pai todo o tempo: “O mundo saberá que amo o Pai e faço como o Pai me ordenou” (Jo 14,31). Jesus disse a seus discípulos quando estes lhe deram a comida: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e cumprir a sua obra”.(v.34) ). Graças à obediência do Senhor, a salvação veio até nós. A morte de Jesus na cruz, o seu Corpo transpassado e seu Sangue derramado é motivo de toda nossa adoração e louvor. O Catecismo diz (606): ”É por isso que Jesus se entregou a si mesmo por nossos pecados, segundo a vontade de Deus” (Gl 1,4). “Graças a esta vontade é que somos santificados pela oferenda do corpo de Jesus Cristo” (HB 10,10).
O Papa Bento XVI ensina que: “A Eucaristia é muito mais do que um rito, é expressão do «novo culto», dos que podem, em Cristo, adorar a Deus em espírito e verdade”. (v.23) Com efeito, « na santíssima Eucaristia, está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, a nossa Páscoa e o pão vivo que dá aos homens a vida mediante a sua carne vivificada e vivificadora pelo Espírito Santo ». Os verdadeiros adoradores são os que adoram a Sagrada Eucaristia e fazem a vontade do Senhor no dia-a-dia de suas vidas. É o próprio Jesus Cristo quem diz à Samaritana: ”Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja.  Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade”.( v. 23-24)
7-Um é o que semeia outro é o que ceifa – (v.37)- Jesus nos ensina como proclamar a boa nova da salvação. Alguns evangelizadores semeiam a Palavra de Deus e, outros já colhem os frutos dessa semeadura. Disse Jesus a seus discípulos: “-Um é o que semeia outro é o que ceifa – (v.37-38)-  Jesus nos chama a jogar a semente em todos os campos. As redes sociais (site, blog, twitter, facebook…) são lugares propícios para o anunciador da boa nova nos dias de hoje. O Papa Bento XVI é um grande incentivador desse tipo de evangelização: “ Somos chamados a anunciar, neste campo também ( rede social), a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição” ( Ef 1, 10). A Samaritana anunciou e testemunhou o encontro que teve com o Senhor e conseguiu reunir muitas pessoas ao redor de Jesus para ouvi-lo: “ Muitos foram os samaritanos daquela cidade que creram nele por causa da palavra da mulher, que lhes declarara: Ele me disse tudo quanto tenho feito”: (v.39) Imagine o que se pode fazer  então com as novas descobertas  tecnológicas onde a mensagem do Evangelho pode ser enviada simultaneamente para o mundo inteiro…
Concluímos essa reflexão recordando as palavras dos samaritanos sobre Jesus: “- Este verdadeiramente é o Salvador do mundo”( v.42)

https://www.youtube.com/watch?v=oG2LNbDt3tk


FONTE

SALMO 94
https://www.youtube.com/watch?v=gwvFiRucdhA
https://www.youtube.com/embed/htlYeXj1Gck

EVANGELHO
https://www.youtube.com/watch?v=jeUm546Fi0s
https://ideeanunciai.wordpress.com/2011/03/25/3509/

sábado

LITURGIA DOMINICAL - ANO A -1º DOMINGO DA QUARESMA -

CRÉDITOS: COMUNIDADES DEHONIANAS - texto original - Portugal

UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS

Proposta para
ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS
Grupo Dinamizador:
P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)

ANO A
1º DOMINGO DA QUARESMA



Tema do 1º Domingo da Quaresma
No início da nossa caminhada quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos à “conversão” – isto é, a recolocar Deus no centro da nossa existência, a aceitar a comunhão com Ele, a escutar as suas propostas, a concretizar no mundo – com fidelidade – os seus projectos.
A primeira leitura afirma que Deus criou o homem para a felicidade e para a vida plena. Quando escutamos as propostas de Deus, conhecemos a vida e a felicidade; mas, sempre que prescindimos de Deus e nos fechamos em nós próprios, inventamos esquemas de egoísmo, de orgulho e de prepotência e construímos caminhos de sofrimento e de morte.
A segunda leitura propõe-nos dois exemplos: Adão e Jesus. Adão representa o homem que escolhe ignorar as propostas de Deus e decidir, por si só, os caminhos da salvação e da vida plena; Jesus é o homem que escolhe viver na obediência às propostas de Deus e que vive na obediência aos projectos do Pai. O esquema de Adão gera egoísmo, sofrimento e morte; o esquema de Jesus gera vida plena e definitiva.
O Evangelho apresenta, de forma mais clara, o exemplo de Jesus. Ele recusou – de forma absoluta – uma vida vivida à margem de Deus e dos seus projectos. A Palavra de Deus garante que, na perspectiva cristã, uma vida que ignora os projectos do Pai e aposta em esquemas de realização pessoal é uma vida perdida e sem sentido; e que toda a tentação de ignorar Deus e as suas propostas é uma tentação diabólica e que o cristão deve, firmemente, rejeitar.
LEITURA I – Gen 2,7-9;3,1-7
Leitura do Livro do Génesis
O Senhor Deus formou o homem do pó da terra,
insuflou em suas narinas um sopro de vida,
e o homem tornou-se um ser vivo.
Depois, o Senhor Deus plantou um jardim no Éden, a oriente,
e nele colocou o homem que tinha formado.
Fez nascer na terra toda a espécie de árvores,
de frutos agradáveis à vista e bons para comer,
entre as quais a árvore da vida, no meio do jardim,
e a árvore da ciência do bem e do mal.
Ora, a serpente era o mais astucioso
de todos os animais do campo
que o Senhor Deus tinha feito.
Ela disse à mulher:
«É verdade que Deus vos disse:
“Não podeis comer o fruto de nenhuma árvore do Jardim”?»
A mulher respondeu:
«Podemos comer o fruto das árvores do jardim;
mas, quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim,
Deus avisou-nos:
“Não podeis comer dele nem tocar-lhe, senão morrereis”».
A serpente replicou à mulher:
«De maneira nenhuma! Não morrereis.
Mas Deus sabe que, no dia em que o comerdes,
abrir-se-ão os vossos olhos e sereis como deuses,
ficando a conhecer o bem e o mal».
A mulher viu então que o fruto da árvore
era bom para comer e agradável à vista,
e precioso para esclarecer a inteligência.
Colheu o fruto e comeu-o;
depois deu-o ao marido, que estava junto dela,
e ele também comeu.
Abriram-se então os seus olhos
e compreenderam que estavam despidos.
Por isso, entrelaçaram folhas de figueira
e cingiram os rins com elas.
AMBIENTE
O texto de Gn 2,4b-3,24 – conhecido como relato jahwista da criação – é, de acordo com a maioria dos comentadores, um texto do séc. X a.C., que deve ter aparecido em Judá na época do rei Salomão. Apresenta-se num estilo exuberante, colorido, pitoresco. Parece ser obra de um catequista popular, que ensina recorrendo a imagens sugestivas, coloridas e fortes.
Não podemos, de forma nenhuma, ver neste texto uma reportagem jornalística de acontecimentos passados na aurora da humanidade. A finalidade do autor não é científica ou histórica, mas teológica: mais do que ensinar como o mundo e o homem apareceram, ele quer dizer-nos que na origem da vida e do homem está Jahwéh. Trata-se, portanto, de uma página de catequese e não de um tratado destinado a explicar cientificamente as origens do mundo e da vida.
Para apresentar essa catequese aos homens do séc. X a.C., os teólogos jahwistas utilizaram elementos simbólicos e literários das cosmogonias mesopotâmicas (por exemplo, a formação do homem “do pó da terra” é um elemento que aparece sempre nos mitos de origem mesopotâmicos); no entanto, transformaram e adaptaram os símbolos retirados das narrações lendárias de outros povos, dando-lhes um novo enquadramento, uma nova interpretação e pondo-os ao serviço da catequese e da fé de Israel. Ou seja: a linguagem e a apresentação literária das narrações bíblicas da criação apresentam paralelos significativos com os mitos de origem dos povos da zona do Crescente Fértil; mas as conclusões teológicas – sobretudo o ensinamento sobre Deus e sobre o lugar que o homem ocupa no projecto de Deus – são muito diferentes.
MENSAGEM  

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