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LITURGIA DIÁRIA - COMECE O DIA FELIZ - CONGREGAÇÃO IRMÃS PAULINAS

LITURGIA DIÁRIA - COMECE O DIA FELIZ -  CONGREGAÇÃO IRMÃS PAULINAS
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18 de out de 2016

ASSIM INICIOU O ANO SANTO DA MISERICÓRDIA EM 08/DEZEMBRO/2015



Ainda que estivesse ausente do Blog Alô Videosfera em 2016, por motivos pessoais, não sei como agradecer à Deus e à Santíssima Trindade, por convidar-me, através de minha irmã a participar de um momento de reflexão sobre o Jubiléu Extraordinário do Ano Santo da Misericórdia (em 2016).

Neste vídeo estou assistindo, como muitos de vocês à primeira celebração da abertura do Jubiléu do Ano da Misericórdia.
Graças a Deus, tive a oportunidade de fazer a preparação para receber também às Indulgências Plenárias do Jubileu da Misericórida. Fiquei muito feliz de estar ali, naquele Santuário da Saúde e da Paz, na Paróquia do Padre Eustáquio, e receber as indulgências e graças do Pai, naquela Igreja, onde passei meus primeiros anos de catequese até à juventude, quando participava dos grupos de jovens, daquela paróquia. Ali se desenvolveu todo o meu trabalho de aprendizagem e prática de minha fé cristã, que com todas as tempestades da vida, graças à Deus, ainda é uma fé viva! 
Prefiro postar os vídeos sobre a catequese cristã deste ANO SANTO, para aqueles que desejarem entrar, como o Papa Francisco o fez, pela PORTA SANTA. O prazo está acabando. O ANO SANTO termina dia 11 de novembro próximo! Temos pouco tempo para passar nos preparar e passar por este PORTAL DA MISERICÓRDIA.

Espero que Jesus Misericórdioso, bata na porta do coração de cada um de vocês, convidando-os a participar com fé, dos últimos dias do Anos Santo da Misericórdia, quando poderão receber, com a devida preparação, pedida por Jesus Cristo que transmitisse a todos, como deveriam proceder para receber as INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS, para suas vidas.

Por que abrir uma porta no Ano Santo?  (Boletim do Santuário da Saúde e da Paz):

Jesus disse: "eu sou a porta. Quem passar p mim será salvo" (Jo 10,9).  O simbolismo de uma Porta santa aberta oferece aos fiéis um caminho para a salvação. O Papa Francisco quer que todos em todos os recantos do mundo tenham acesso a este ano de graça e renovação. Por isso o Jubiléu está sendo celebrado em Roma e em todas as dioceses, como sinal sensível da comunhão de toda a Igreja. Cada bispo estabeleceu algumas igrejas, com esta porta santa durante o Ano Santo de 2016. Em Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo determinou que - também o Santuário Arquidiocesano da Saúde e da Paz, Igreja Padre Eustáquio, teria a PORTA SANTA.

Quem desejar saber qual é o Santuário mais próximo de sua casa, é só buscar no Google por Santuários que foram escolhidos na cidade .........,(sua cidade), para as comemorações do ANO SANTO DA MISERICÓRDIA e que teriam a PORTA SANTA, ou PORTAL DA  MISERICÓRDIA E COMO SE BENEFICIAR DA INDULGÊNCIA PLENÁRIA.

A Igreja precisa desse momento extraordionário.  Nesta época de profundas mudanças, a Igreja é chamada a oferecer a sua contribuição peculiar tornando visíveis os sinais da presença e da proximidade de Deus.
Celebrar um Jubileu da Misericórdia equivale a colocar de novo no centro da nossa vida pessoal e das nossas comunidades o específico da fé cristã, isto é Jesus Cristo, o Deus misericordioso" (Papa Francisco).

Vou colocar aqui rapidamente as condições e depois vocês pesquisem na internet (Google):

  • Arrependimento
  • Confissão dos pecados
  • Participar da Santa Missa
  • Rezar um Pai Nosso, uma Ave-Maria e um Glória nas intenções do Papa nos dias que visitar um local designado (um Santuário).
  •  Passando pela PORTA SANTA, designada naquele Santuário ( é só se informar). Costuma ser a  porta principal do Santuário, pare no meio do portal e ore:
Senhor Deus,

Dai-me a graça de receber a vossa misericórdia
e que ao passar por este portal, eu seja transformado(a) em uma pessoa melhor!

Amém!


Atenção: Se você ainda não tiver assistido a Santa Missa nesta intenção, conforme disse o pároco do Santuário, Deus lhe dá um crédito. Quando puder ( antes do dia 11 de novembro, hein!) assista uma missa nesta intenção e as graças e indulgências plenárias, descerão sobre você, retirando toda as manchas dos pecados e tornando-o digno de se chegar à presença de Deus. Ele não é misericórdioso?  Lindo demais! Adoro o Senhor!

Agora tenho que parar, pois vou assistir à missa que ficou faltando para minha reflexão!
Viram só? 

Um grande abraço, pessoal!












29 de set de 2016

AS OBRAS DE MISERICÓRDIA? - OPUS DEI - 2016 - ANO DO JUBILEU DA MISERICÓRDIA

1. Que são as Obras de Misericórdia?



As obras de misericórdia são as ações caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem teto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus.

É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemor os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus. s ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoesta

2. Quais são as obras de misericórdia?
Há catorze Obras de misericórdia: sete corporais e sete espirituais.

Obras de misericórdia corporais:
1) Dar de comer a que tem fome
2) Dar de beber a quem tem sede
3) Dar pousada aos peregrinos
4) Vestir os nus
5) Visitar os enfermos
6) Visitar os presos
7) Enterrar os mortos

Obras de misericórdia espirituais:
1)Ensinar os ignorantes
2) Dar bom conselho
3) Corrigir os que erram
4) Perdoar as injúrias
5) Consolar os tristes
6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7) Rezar a Deus por vivos e defuntos

As Obras de misericórdia corporais encontram-se, na sua maioria, numa lista enunciada pelo Senhor na descrição do Juízo Final.

A lista das Obras de misericórdia espirituais tirou-a a Igreja de outros textos que se encontram ao longo da Bíblia e de atitudes e ensinamentos do próprio Cristo: o perdão, a correção fraterna, o consolo, suportar o sofrimento, etc.

3. Qual o efeito das Obras de misericórdia em quem as pratica?

O exercício das Obras de misericórdia comunica graças a quem as exerce. No evangelho de São Lucas Jesus diz: ‘Dai, e ser-vos-á dado’. Por isso, com as Obras de misericórdia fazemos a vontade de Deus, damos algo que é nosso aos outros e o Senhor promete que nos dará também a nós aquilo de que necessitamos.
Por outro lado, um modo de ir apagando a pena que fica na alma pelos nossos pecados já perdoados é mediante as boas obras. Boas obras são, obviamente as Obras de misericórdia. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7), é uma das Bem-Aventuranças.

As Obras de misericórdia também nos vão tornando mais parecidos com Jesus, nosso modelo, que nos ensinou como deve ser a nossa atitude para com os outros. No evangelho de São Mateus encontramos as seguintes palavras de Cristo: “Não entesoureis tesouros na terra, onde a traça os corrói, e onde os ladrões os roubam, mas amontoai tesouros no céu, onde a traça os não corrói, onde os ladrões não os roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. Seguindo este ensinamento do Senhor trocamos os bens temporais pelos eternos, que são os que valem de verdade.
                                                            *****

As Obras de misericórdia corporais: breve explicação

São Mateus apresenta a narração do Juízo Final (Mt 25, 31-36). Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos: “Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. Então, os justos vão responder-lhe: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes. Em seguida dirá aos da esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me. Por sua vez, eles perguntarão: ‘Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ‘Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer”. Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.”

1) Dar de comer a quem tem fome e 2) dar de beber a quem tem sede.
Estas duas complementam-se e referem-se à ajuda que devemos disponibilizar em alimentos e outros bens aos mais necessitados, àqueles que não têm o indispensável para comer em cada dia.
Jesus, segundo o Evangelho de São Lucas , recomenda: “Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos faça o mesmo” (Lc 3, 11).
3) Dar pousada aos peregrinos.
Em tempos antigos dar pousada aos viajantes era um assunto de vida ou de morte, pelas dificuldades e riscos das caminhadas e viagens. Não é o normal hoje em dia. Mas, mesmo assim, poderia acontecer recebermos alguém em nossa casa, não por pura hospitalidade de amizade ou família, mas por alguma verdadeira necessidade.

4) Vestir os nus. 
Esta obra de misericórdia dirige-se a aliviar outra necessidade básica: o vestuário. Muitas vezes é-nos proporcionada com as recolhas de roupa que se fazem nas paróquias e noutros centros. Ao entregar a nossa roupa é bom pensar que podemos dar o que nos sobra ou já não nos serve, mas também podemos dar do que ainda nos é útil.
A carta de São Tiago propõe-nos sermos generosos: “Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: «Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome», mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará?” (St 2, 15-16).5)

5) Visitar os enfermos
Trata-se de uma verdadeira atenção para com os doentes e idosos, tanto no aspeto físico, como em lhes proporcionar um pouco de companhia.
O melhor exemplo da Sagrada Escritura é o da parábola do Bom Samaritano que curou o ferido e, ao não poder continuar a cuidar dele diretamente, confiou os cuidados que necessitava a outro em troca de pagamento (ver Lc 10, 30-37).

6) Visitar os presos 
Consiste em visitar os presos e prestar-lhes não só ajuda material, mas também assistência espiritual que lhes sirva para melhorar como pessoas, emendar-se, aprender a desenvolver um trabalho que lhes possa ser útil quando terminarem o tempo que lhes foi imposto pela justiça, etc.
Significa também resgatar os inocentes e sequestrados. Em tempos antigos os cristãos pagavam para libertar escravos ou se trocavam por prisioneiros inocentes.

7) Enterrar os mortos
Cristo não tinha lugar onde repousar. Foi um amigo, José de Arimateia, que lhe cedeu o seu túmulo. Mas, não apenas isso, teve a valentia para se apresentar ante Pilatos e pedir-lhe o corpo de Jesus. Nicodemos também participou e ajudou a sepultá-lo. (Jo 19, 38-42)
Enterrar os mortos parece um mandato supérfluo, porque, de facto, todos são enterrados. Mas, por exemplo, em tempo de guerra, pode ser um mandato muito exigente. Por que é importante dar sepultura digna ao corpo humano? Porque o corpo humano foi morada do Espírito Santo. Somos templos do Espírito Santo (1 Cor 6. 19).

As Obras de misericórdia espirituais: breve explicação

1) Ensinar os ignorantes
Consiste em ensinar os ignorantes em qualquer matéria: também sobre temas religiosos. Este ensino pode ser levado a cabo através de escritos ou da palavra, por qualquer meio de comunicação ou diretamente.
Como diz o Livro de Daniel, “os que ensinam a justiça ao povo, brilharão como as estrelas pela eternidade sem fim” (Dan 12, 3b).

2) Dar bom conselho
Um dos dons do Espírito Santo é o dom do conselho. Por isso, quem desejar um bom conselho deve, primeiramente, estar em sintonia com Deus, pois não se trata de dar opiniões pessoais, mas de aconselhar bem a quem necessita de um guia.

3) Corrigir os que erram
Esta obra de misericórdia refere-se acima de tudo ao pecado. De facto, outra maneira de formular esta obra é: Corrigir o pecador.
A correção fraterna é explicada pelo próprio Jesus no evangelho de São Mateus: “Se o teu irmão pecar, fala com ele a sós para o corrigir. Se te escutar, ganhaste o teu irmão” (Mt 19, 15-17).
Devemos corrigir o nosso próximo com mansidão e humildade. Muitas vezes será difícil fazê-lo, mas, nesses momentos, podemos lembrar-nos do que diz o apóstolo S. Tiago no final da sua Carta: “aquele que converte um pecador do seu erro salvará da morte a sua alma e obterá o perdão de muitos pecados.” (St 5, 20)

4) Perdoar as injúrias
No Pai Nosso dizemos: “Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, e o mesmo Senhor esclarece: “se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas” (Mt 6, 14-16).
Perdoar as ofensas superar a vingança e o ressentimento. Significa tratar amavelmente a quem nos ofendeu.
O melhor exemplo de perdão no Antigo Testamento é o de José, que perdoou aos irmãos o terem tentado matá-lo e depois vendê-lo. “Não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós próprios, por me terdes vendido para este país; porque foi para podermos conservar a vida que Deus me mandou para aqui à vossa frente” (Gen 45, 5).
E o maior perdão do Novo Testamento é o de Cristo na Cruz, que nos ensina que devemos perdoar tudo e sempre: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).

5) Consolar os tristes
O consolo para o triste, para aquele que passa por alguma dificuldade é outra obra de misericórdia espiritual.
Muitas vezes, irá a par com dar algum bom conselho que ajude a superar essas situações de dor ou tristeza. Acompanhar os nossos irmãos em todos os momentos, mas principalmente nos mais difíceis, é pôr em prática o comportamento de Jesus que se compadecia com a dor alheia. Um exemplo vem no evangelho de S. Lucas. Trata-se da ressurreição do filho da viúva de Naim: “Quando estavam perto da porta da cidade, viram que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva; e, a acompanhá-la, vinha muita gente da cidade. Vendo-a, o Senhor compadeceu-se dela e disse-lhe: «Não chores.» Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o transportavam pararam. Disse então: «Jovem, Eu te ordeno: Levanta-te!». O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe” (Lc 7, 12-16).

6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
A paciência face aos defeitos dos outros é virtude e é uma obra de misericórdia. No entanto, há um conselho muito útil: quando o suportar esses defeitos causa mais dano que bem, com muita caridade e suavidade, deverá fazer-se uma advertência.

7) Rezar a Deus por vivos e defuntos
S. Paulo recomenda rezar por todos sem distinção, também por governantes e autoridades, pois “Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (ver 1 Tm 2, 2-3).
Os falecidos que estão no Purgatório dependem das nossas orações. É uma boa obra rezar por eles, para que sejam libertados dos seus pecados (ver 2 Mac 12, 46).

QUAIS SÃO AS OBRAS DE MISERICÓRDIA? - OPUS DEI


1. Que são as Obras de Misericórdia?


As obras de misericórdia são as ações caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem teto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus.

É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemor os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

Papa Francisco, Bula Misericordiae Vultus. s ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoesta

2. Quais são as obras de misericórdia?
Há catorze Obras de misericórdia: sete corporais e sete espirituais.

Obras de misericórdia corporais:
1) Dar de comer a que tem fome
2) Dar de beber a quem tem sede
3) Dar pousada aos peregrinos
4) Vestir os nus
5) Visitar os enfermos
6) Visitar os presos
7) Enterrar os mortos

Obras de misericórdia espirituais:
1)Ensinar os ignorantes
2) Dar bom conselho
3) Corrigir os que erram
4) Perdoar as injúrias
5) Consolar os tristes
6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7) Rezar a Deus por vivos e defuntos

As Obras de misericórdia corporais encontram-se, na sua maioria, numa lista enunciada pelo Senhor na descrição do Juízo Final.

A lista das Obras de misericórdia espirituais tirou-a a Igreja de outros textos que se encontram ao longo da Bíblia e de atitudes e ensinamentos do próprio Cristo: o perdão, a correção fraterna, o consolo, suportar o sofrimento, etc.

3. Qual o efeito das Obras de misericórdia em quem as pratica?
O exercício das Obras de misericórdia comunica graças a quem as exerce. No evangelho de São Lucas Jesus diz: ‘Dai, e ser-vos-á dado’. Por isso, com as Obras de misericórdia fazemos a vontade de Deus, damos algo que é nosso aos outros e o Senhor promete que nos dará também a nós aquilo de que necessitamos.
Por outro lado, um modo de ir apagando a pena que fica na alma pelos nossos pecados já perdoados é mediante as boas obras. Boas obras são, obviamente as Obras de misericórdia. “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7), é uma das Bem-Aventuranças.

As Obras de misericórdia também nos vão tornando mais parecidos com Jesus, nosso modelo, que nos ensinou como deve ser a nossa atitude para com os outros. No evangelho de São Mateus encontramos as seguintes palavras de Cristo: “Não entesoureis tesouros na terra, onde a traça os corrói, e onde os ladrões os roubam, mas amontoai tesouros no céu, onde a traça os não corrói, onde os ladrões não os roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. Seguindo este ensinamento do Senhor trocamos os bens temporais pelos eternos, que são os que valem de verdade.
  
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As Obras de misericórdia corporais: breve explicação

São Mateus apresenta a narração do Juízo Final (Mt 25, 31-36). Naquele tempo Jesus disse aos seus discípulos: “Quando o Filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos. O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo. Porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. Então, os justos vão responder-lhe: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos peregrino e te recolhemos, ou nu e te vestimos? E quando te vimos doente ou na prisão, e fomos visitar-te?’ E o Rei vai dizer-lhes, em resposta: ‘Em verdade vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes. Em seguida dirá aos da esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos! Porque tive fome e não me destes de comer, tive sede e não me destes de beber, era peregrino e não me recolhestes, estava nu e não me vestistes, doente e na prisão e não fostes visitar-me. Por sua vez, eles perguntarão: ‘Quando foi que te vimos com fome, ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te socorremos?’ Ele responderá, então: ‘Em verdade vos digo: Sempre que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer”. Estes irão para o suplício eterno, e os justos, para a vida eterna.”

1) Dar de comer a quem tem fome e 2) dar de beber a quem tem sede.
Estas duas complementam-se e referem-se à ajuda que devemos disponibilizar em alimentos e outros bens aos mais necessitados, àqueles que não têm o indispensável para comer em cada dia.
Jesus, segundo o Evangelho de São Lucas , recomenda: “Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos faça o mesmo” (Lc 3, 11).
3) Dar pousada aos peregrinos.
Em tempos antigos dar pousada aos viajantes era um assunto de vida ou de morte, pelas dificuldades e riscos das caminhadas e viagens. Não é o normal hoje em dia. Mas, mesmo assim, poderia acontecer recebermos alguém em nossa casa, não por pura hospitalidade de amizade ou família, mas por alguma verdadeira necessidade.

4) Vestir os nus. 
Esta obra de misericórdia dirige-se a aliviar outra necessidade básica: o vestuário. Muitas vezes é-nos proporcionada com as recolhas de roupa que se fazem nas paróquias e noutros centros. Ao entregar a nossa roupa é bom pensar que podemos dar o que nos sobra ou já não nos serve, mas também podemos dar do que ainda nos é útil.
A carta de São Tiago propõe-nos sermos generosos: “Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: «Ide em paz, tratai de vos aquecer e de matar a fome», mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará?” (St 2, 15-16).5)

5) Visitar os enfermos
Trata-se de uma verdadeira atenção para com os doentes e idosos, tanto no aspeto físico, como em lhes proporcionar um pouco de companhia.
O melhor exemplo da Sagrada Escritura é o da parábola do Bom Samaritano que curou o ferido e, ao não poder continuar a cuidar dele diretamente, confiou os cuidados que necessitava a outro em troca de pagamento (ver Lc 10, 30-37).

6) Visitar os presos 
Consiste em visitar os presos e prestar-lhes não só ajuda material, mas também assistência espiritual que lhes sirva para melhorar como pessoas, emendar-se, aprender a desenvolver um trabalho que lhes possa ser útil quando terminarem o tempo que lhes foi imposto pela justiça, etc.
Significa também resgatar os inocentes e sequestrados. Em tempos antigos os cristãos pagavam para libertar escravos ou se trocavam por prisioneiros inocentes.

7) Enterrar os mortos
Cristo não tinha lugar onde repousar. Foi um amigo, José de Arimateia, que lhe cedeu o seu túmulo. Mas, não apenas isso, teve a valentia para se apresentar ante Pilatos e pedir-lhe o corpo de Jesus. Nicodemos também participou e ajudou a sepultá-lo. (Jo 19, 38-42)
Enterrar os mortos parece um mandato supérfluo, porque, de facto, todos são enterrados. Mas, por exemplo, em tempo de guerra, pode ser um mandato muito exigente. Por que é importante dar sepultura digna ao corpo humano? Porque o corpo humano foi morada do Espírito Santo. Somos templos do Espírito Santo (1 Cor 6. 19).

As Obras de misericórdia espirituais: breve explicação

1) Ensinar os ignorantes
Consiste em ensinar os ignorantes em qualquer matéria: também sobre temas religiosos. Este ensino pode ser levado a cabo através de escritos ou da palavra, por qualquer meio de comunicação ou diretamente.
Como diz o Livro de Daniel, “os que ensinam a justiça ao povo, brilharão como as estrelas pela eternidade sem fim” (Dan 12, 3b).

2) Dar bom conselho
Um dos dons do Espírito Santo é o dom do conselho. Por isso, quem desejar um bom conselho deve, primeiramente, estar em sintonia com Deus, pois não se trata de dar opiniões pessoais, mas de aconselhar bem a quem necessita de um guia.

3) Corrigir os que erram
Esta obra de misericórdia refere-se acima de tudo ao pecado. De facto, outra maneira de formular esta obra é: Corrigir o pecador.
A correção fraterna é explicada pelo próprio Jesus no evangelho de São Mateus: “Se o teu irmão pecar, fala com ele a sós para o corrigir. Se te escutar, ganhaste o teu irmão” (Mt 19, 15-17).
Devemos corrigir o nosso próximo com mansidão e humildade. Muitas vezes será difícil fazê-lo, mas, nesses momentos, podemos lembrar-nos do que diz o apóstolo S. Tiago no final da sua Carta: “aquele que converte um pecador do seu erro salvará da morte a sua alma e obterá o perdão de muitos pecados.” (St 5, 20)

4) Perdoar as injúrias
No Pai Nosso dizemos: “Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”, e o mesmo Senhor esclarece: “se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas” (Mt 6, 14-16).
Perdoar as ofensas superar a vingança e o ressentimento. Significa tratar amavelmente a quem nos ofendeu.
O melhor exemplo de perdão no Antigo Testamento é o de José, que perdoou aos irmãos o terem tentado matá-lo e depois vendê-lo. “Não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós próprios, por me terdes vendido para este país; porque foi para podermos conservar a vida que Deus me mandou para aqui à vossa frente” (Gen 45, 5).
E o maior perdão do Novo Testamento é o de Cristo na Cruz, que nos ensina que devemos perdoar tudo e sempre: “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).

5) Consolar os tristes
O consolo para o triste, para aquele que passa por alguma dificuldade é outra obra de misericórdia espiritual.
Muitas vezes, irá a par com dar algum bom conselho que ajude a superar essas situações de dor ou tristeza. Acompanhar os nossos irmãos em todos os momentos, mas principalmente nos mais difíceis, é pôr em prática o comportamento de Jesus que se compadecia com a dor alheia. Um exemplo vem no evangelho de S. Lucas. Trata-se da ressurreição do filho da viúva de Naim: “Quando estavam perto da porta da cidade, viram que levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva; e, a acompanhá-la, vinha muita gente da cidade. Vendo-a, o Senhor compadeceu-se dela e disse-lhe: «Não chores.» Aproximando-se, tocou no caixão, e os que o transportavam pararam. Disse então: «Jovem, Eu te ordeno: Levanta-te!». O morto sentou-se e começou a falar. E Jesus entregou-o à sua mãe” (Lc 7, 12-16).

6) Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
A paciência face aos defeitos dos outros é virtude e é uma obra de misericórdia. No entanto, há um conselho muito útil: quando o suportar esses defeitos causa mais dano que bem, com muita caridade e suavidade, deverá fazer-se uma advertência.

7) Rezar a Deus por vivos e defuntos
S. Paulo recomenda rezar por todos sem distinção, também por governantes e autoridades, pois “Ele quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (ver 1 Tm 2, 2-3).

Os falecidos que estão no Purgatório dependem das nossas orações. É uma boa obra rezar por eles, para que sejam libertados dos seus pecados (ver 2 Mac 12, 46).


FONTE

TEXTO ORIGINAL DE:

OPUS DEI

http://opusdei.org/pt-pt/article/obras-misericordia-jubileu-2015/

13 de jul de 2016

SANTUÁRIO DE MEDJUGORJE - SITE OFICIAL PARA IBEROAMERICA - MENSAGEM ORIGINAL

Mensaje del 25 de junio de 2016  

25/06/2016
“¡Queridos hijos! Dad gracias a Dios conmigo por el don de poder estar con vosotros. Orad, hijos míos, y vivid los Mandamientos de Dios para que seáis felices en la Tierra. Hoy, en este día de gracia, deseo daros mi bendición maternal de paz y de amor. Intercedo por vosotros ante mi Hijo y os invito a perseverar en la oración para que con vosotros pueda realizar mis planes. Gracias por haber respondido a mi llamada."

Mensaje anual a Ivanka del 25 de junio de 2016

25/06/2016
Ivanka Ivankovic tuvo apariciones diarias que terminaron el 7 de mayo de 1985, a partir de entonces tiene una aparición anual el día 25 de junio de cada año, coincidiendo con el aniversario de las Apariciones.
Este año la aparición duró 4 minutos.

La Virgen dio el siguiente mensaje: “Hijitos, oren, oren, oren.”
La Virgen estaba alegre y bendijo a todos con su bendición maternal.


FONTE:
http://centromedjugorje.org/santuario/historial-de-mensajes/


19 de jun de 2016

AS MAIS LINDAS MÚSICAS DE LOUVOR E ADORAÇÃO 2 - EVANGÉLICAS E CATÓLICAS

TODOS OS VÍDEOS FAZEM PARTE DA  PLAYLIST - AS MAIS LINDAS MÚSICAS DE LOUVOR E ADORAÇÃO EVANGÉLICAS E CATÓLICAS NO YOU TUBE -

ACESSEM O LINK ABAIXO PARA CONHECER TODA A PLAYLIST (30 VÍDEOS).

https://www.youtube.com/watch?v=AIZd82Jc1O8&list=PLfpVHsBEy9_cTwfAciQRbm_06bZ2OTHG4 

PADRE MARCELO ROSSI - EU TE AMO TANTO, TANTO, TANTO



 VIM PARA ADORAR-TE - EM INGLÊS SEM LEGENDAS



Here I Am To Worship
Hillsong Music Australia

Light of the world You stepped down into the darkness
Opened my eyes let me see
Beauty that made this heart adore You
Hope of a life spent with You

(Chorus)

Here I am to worship Here I am to bow down
Here I am to say that You're my God
You're altogether lovely, altogether worthy
Altogether wonderful to me

King of all days Oh so highly exalted
Glorious in heaven above
Humbly You came to the earth You created
All for love's sake became poor

I'll never know how much it cost
To see my sin upon that cross

Call upon the Name of the Lord and be saved
Call upon the Name of the Lord and be saved


HERE I AM TO WORSHIP - (COM LEGENDA EM INGLÊS:)


TRADUÇÃO DO INGLÊS:

Here I Am To Worship.
Intérprete: Saddleback Church Worship.
Tradução: Vim para adorar-te.

Luz das nações que dissipa as trevas.
Abre os meus olhos pra ver.
Lindo tu és, eu só quero adorar-te.
Dar os meus dias pra ti.

Vim para adorar-Te.
Vim para prostrar-me.
Vim para dizer-te és meu Deus.
Totalmente amável.
Totalmente digno.
És maravilhoso para mim.

Rei sobre todos tú és exaltado.
Entronizado nos céus.
Humildemente viestes a terra.
Se entregou por amor.

Vim para adorar-Te.
Vim para prostrar-me.
Vim para dizer-te és meu Deus.
Totalmente amável.
Totalmente digno.
És maravilhoso para mim.

Não saberei quanto custou ver meus pecados lá na cruz.

Vim para adorar-Te.
Vim para prostrar-me.
Vim para dizer-te és meu Deus.
Totalmente amável.
Totalmente digno.
És maravilhoso para mim.
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Senhor,
Que Tua Luz
brilhe sempre em nossa 
trajetória...
Que Tua misericórdia
nos perdoe e nos converta
ao Teu Divino coração!
Que a Tua palavra
transcenda nossos limites
e nos santifique!
Abençoe nossos dias,
nossas vidas, nossos sonhos,
nossas famílias...nossos amigos!
Que possamos a cada dia
alcançar tudo que planejaste
para cada um de nós!
Obrigada  Senhor,
meu coração
 se enche de júbilo
por poder Ti louvar 
e bendizer, enquanto
tenho vida e saúde!

Márcia MSA
06/07/99







MISERICORDIA 
                                JORGE PAI E JORGE FILHO
Me sinto Perdido
Jesús me consola
hoje de joelhos
venho clamar-te
Misericordia!

Toma minha vida
e me  renova
vem me Transformar
em um novo ser
Misericórdia!

Pai me Perdoa
Por tantos pecados
quero ser curado
e clamo a Jesús
Misericordia!

Devo renegar
as coisas do mundo
Que me afastavam
da Tua Graça
Misericordia!

Misericordia
Sim Jesús
Misericordia
Vem me conduz
Misericordia
Misericordia, ah, ah!

Já posso sentir
ALELUIA,
Tuas me Mãos amparam
Tu és meu Deus!
Tu és Piedoso
Misericordioso, Jesús
Te adoro!
Tu es Piedoso,
Sim Jesús,
Misericordioso,
vem me conduz!
Tu es Piedoso
Jesús Te adoro!

Vem me Perdoa
Por tantos pecados
quero ser curado
e clamo a Jesús
Misericordia!

Misericordia,
sim Jesús,
Misericordia
Vem me conduz
Misericordia,
Misericordia, ah ... ah ...

Repetir:
Já posso sentir..0
Aleluia ... ,,,
............. 
Jesus te adoro, oh, oh...

Diariamente Ouçam às 15 horas, A Hora da Misericordia na Rádio Gospa Mira 105.7 FM - Daqui de Belo Horizonte. Também poderão ouvir On Line, através do link - RÁDIO GOSPA MIRA      105,7 FM e / ou  http://tunein.com/radio/R% C3% A1dio-Gospa-Mira-FM-1057-s97381 /  , ou neste menu de PÁGINAS , caso residam em outro Estado do Brasil ou no exterior!

Obrigada a todos! 

Márcia MSA





9 de jun de 2016

VIDA PASTORAL - ROTEIROS HOMILÉTICOS - PAULUS - 11º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C - POR CELSO LORASCHI

Roteiros homiléticos

12 de junho – 11º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Por Celso Loraschi
 
O PERDÃO DOS PECADOS: VIDA NOVA
I. INTRODUÇÃO GERAL
Os textos deste domingo tratam do tema do perdão dos pecados. A compreensão a respeito desse assunto vai se aperfeiçoando ao longo da tradição judaico-cristã. Deus se revela como misericórdia. Ele perdoa ao pecador arrependido por maior que possa ser o pecado por este cometido. O reconhecimento da transgressão à lei divina e o arrependimento sincero demonstram a determinação de deixar-se conduzir pela vontade de Deus, manifestada nas palavras do profeta. É o que podemos constatar na atitude do rei Davi perante a denúncia do profeta Natã (I leitura). Jesus exerce o poder de perdoar pecados, mesmo contestado pelos adversários. Ele é o rosto misericordioso de Deus presente no meio da humanidade pecadora. O perdão de Jesus revela que sua prioridade é a pessoa humana, chamada a ser livre e íntegra (Evangelho). O perdão é a manifestação da justiça de Deus baseada não nos méritos humanos, mas na grandeza de seu amor. Todos somos pecadores e necessitados da intervenção divina para nos salvar. Jesus Cristo, pela sua morte, redimiu-nos dos pecados e nos resgatou para a vida. Pela fé acolhemos essa graça e nos deixamos moldar por Jesus Cristo (II leitura). O perdão que Deus nos concede gratuitamente nos torna capazes de amar como ele nos ama, superando todo egoísmo e construindo relações justas e fraternas.
II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS
1. I leitura (2Sm 12,7-10.13): Deus perdoa ao pecador arrependido
Davi foi ungido para governar o povo de Israel. Deus o abençoou e o defendeu das armadilhas dos inimigos. Como escolhido de Iahweh, deveria agir exemplarmente e seguir os mandamentos. No ápice de seu poder, porém, Davi esquece-se de servir a Deus e abnegar-se em favor do povo. Enquanto seus soldados estão em batalha, Davi permanece tranquilamente em seu palácio, usufruindo de uma vida mansa e descomprometida. Deixa-se conduzir pela luxúria e comete a primeira violação grave: adultério com Betsabeia, a mulher de Urias, general de seu exército. Ao constatar que ela engravidara, o rei deixa-se conduzir pelo orgulho e comete a segunda violação grave: assassinato. Manda que posicionem Urias no lugar mais perigoso numa guerra contra os amonitas, a fim de que fosse ferido e morresse. O desrespeito a esses dois mandamentos da Lei de Deus lhe valeria a morte (cf. Lv 20,10 e 24,17).
Davi parece não dar-se conta da gravidade de seus pecados. O poder obscureceu a sua consciência. Deus, porém, que perscruta os corações, envia o profeta Natã, que, ao apresentar-se ao rei, lhe conta uma história de dois homens: um rico que retira de um pobre o único bem que este possuía (cf. 2Sm 12,1-4). Davi, na sua pretensão de justo, mostra-se indignado contra tal explorador. Natã, então, aponta o culpado: “Esse homem és tu!” Lembra-lhe toda a trajetória da sua vida e como Deus lhe manifestou o seu amor. Os pecados de Davi não consistiram numa traição somente a Urias, mas a todo o povo de Israel e ao próprio Deus.
A intervenção do profeta Natã acorda a consciência adormecida de Davi, que reconhece seu pecado e se arrepende com sinceridade. Deus lhe perdoa e o livra da morte. Porém não o livra das consequências provenientes de suas faltas. A responsabilidade dos atos deve ser assumida. O perdão, de todo modo, proporciona a nova oportunidade de entrar na dinâmica do amor de Deus. Davi pode voltar a governar com justiça, respeitando a Lei de Deus e o direito de todas as pessoas à vida digna. O perdão reconduz a pessoa arrependida ao caminho da vontade divina.
2. Evangelho (Lc 7,36-8,3): Jesus, o rosto misericordioso de Deus
O Evangelho de Lucas aprofunda, de maneira especial, o tema da misericórdia. É o caminho que proporciona a inclusão de todas as pessoas na proposta de amor e salvação revelada em Jesus. A casa de Simão, o fariseu, serve de cenário para a mensagem a ser assimilada e jamais esquecida pelas comunidades cristãs. O fariseu convida Jesus para comer com ele, em sua casa. Casa e comida são dois elementos que apontam para o projeto de “comunhão de mesa”. As comunidades primitivas reuniam-se nas casas para atualizar a memória de Jesus, a oração, a partilha da comida e a ceia.
Sentar-se à mesma mesa representava a determinação de relacionar-se na igualdade e na fraternidade, sem discriminação de raça, sexo ou classe social, expressando as mesmas convicções religiosas. Esse projeto, porém, não foi tão tranquilo. A dificuldade maior se deu na relação entre cristãos de origem judaica e cristãos gentios. Além disso, na época da redação do Evangelho de Lucas, percebe-se forte tendência de discriminar as mulheres, abafando o seu protagonismo na animação das comunidades cristãs.
O fato de Jesus aceitar o convite do fariseu demonstra que o mestre não faz acepção de pessoas. Sente-se livre em qualquer ambiente. É portador do amor de Deus que se estende a todos, sem discriminação. Na mesa há outros convivas. Entre eles dificilmente estariam também mulheres. Decerto seriam os amigos de Simão, pertencentes ao mesmo partido farisaico. Estariam, quem sabe, também os apóstolos?
A narrativa apresenta uma mulher que aparece de repente e se coloca aos pés de Jesus. Ela é da cidade, sem nome e conhecida como pecadora. Trouxe um frasco de perfume precioso e, entre lágrimas, unge os pés de Jesus, beija-os e enxuga-os com os cabelos. Os detalhes da ação da mulher revelam profundo sentimento de amor e gratidão. Simão, diante do que está vendo, não ousa criticar abertamente a atitude de Jesus, mas, em seu coração, põe em dúvida a sua qualidade de profeta, pois está acolhendo uma pecadora.
A parábola que Jesus conta tem por finalidade desmascarar a atitude de superioridade e arrogância da parte dos que se consideravam justos diante de Deus. Tem endereço certo. A concepção farisaica de justiça divina relacionava-se com o cumprimento das leis. O perdão dos pecados e a salvação estariam condicionados pela observância legalista. Essa segurança que o sistema religioso lhe dava impedia o fariseu de entender e acolher a gratuidade do perdão e da salvação. Somente quem deve muito, isto é, quem tem consciência profunda de seus pecados conseguirá fazer a experiência do amor sem limites de Deus.
A mulher pecadora irrompe, sem pedir permissão, naquele ambiente fechado e excludente. Sua atitude faz abrir os olhos para enxergar a presença de Jesus, o Filho de Deus, que vem trazer o perdão e a paz sem atrelamento ao sistema legalista do Templo. Na pessoa e na proposta de Jesus, a mulher se sente contemplada. É acolhida como sua discípula; pode comungar da mesma mesa da Palavra e do Pão; pode fazer parte da mesma Igreja, o Corpo de Jesus.
Não é difícil perceber que a narrativa tem uma função de denúncia da exclusão de mulheres que, com muita probabilidade, está em processo na época da redação do Evangelho, pelo final do primeiro século. O texto exerce também a função de atualização da proposta de Jesus, que inclui no seu seguimento tanto os homens – os Doze – como as mulheres: Maria Madalena, Joana, Susana e várias outras. Diz delas o que não diz dos Doze: serviam a Jesus com seus bens (cf. 8,1-3).
3. II leitura (Gl 2,16.19-21): A vida nova em Cristo
Paulo, com base em sua experiência pessoal, procura anunciar uma de suas descobertas mais profundas: a salvação não provém da observância da Lei, mas do amor gratuito de Deus. Ele sabe o que diz: foi fariseu praticante e, agora, após ser encontrado por Jesus, percebe as coisas de forma totalmente diferente. A cruz de Jesus, para Paulo, é a chave por excelência que permite abrir a mente e o coração para a verdadeira compreensão do desígnio divino. Está plenamente convencido de que as obras humanas, a circuncisão e o cumprimento das leis não garantem a salvação. Se assim fosse, Jesus Cristo teria morrido inutilmente. Se ainda depositamos nossa confiança no poder dos ritos e normas como condicionantes de salvação, então não precisamos de Jesus Cristo.
Mas não! Jesus veio e nos amou de tal maneira que entregou sua vida por nós. Portanto, na cruz de Jesus, encontra-se o segredo da justificação. Somos todos pecadores! Na cruz de Jesus podemos morrer também nós para tudo o que impede o acolhimento da gratuidade do amor de Deus. Nessa entrega confiante pela fé reside a verdadeira justiça que nos faz viver como novas criaturas. A vida iluminada pela fé no Filho de Deus, que morreu por nós, torna-nos verdadeiramente livres.
III. PISTAS PARA REFLEXÃO
O tempo em que vivemos prima pela superficialidade das relações entre nós e com Deus. Paramos e meditamos muito pouco. Damos pouca atenção à Palavra de Deus. Rezamos apressadamente. Priorizamos celebrações triunfalistas. Vivemos dispersos e não encontramos o essencial.
São Paulo descobriu que somente Deus nos realiza profundamente. Somente sua graça nos transforma. Ela nos foi dada plenamente na morte de Jesus. A cruz tornou-se a chave para entendermos o amor infinito de Deus. Nele podemos apostar com toda a confiança, entregando-lhe a nossa vida inteira. Jesus é nosso mestre. A seus pés nos lançamos com tudo o que somos e temos, como fez a mulher pecadora na casa do fariseu. Como seus discípulos missionários, assumimos sua cruz como caminho de vida nova.
A misericórdia divina, se permitirmos, pode penetrar o mais profundo do nosso ser e nos transformar em criaturas novas. Se, no passado, cometemos muitas e graves faltas, podemos, no presente, acolher o perdão de Deus e entrar numa nova dinâmica de vida. O rei Davi é um exemplo nesse sentido. Necessitamos radicalmente do perdão que nos liberta e nos devolve a integridade. Uma pessoa reconciliada com Deus sente-se inteira e feliz. Sente-se fortalecida para irradiar esse amor, exercitando o perdão sincero e profundo a partir de si mesma e de sua casa.
► Pode-se incentivar os gestos de perdão e reconciliação na vida do casal, entre pais e filhos, vizinhos, Igrejas, religiões, povos. Pode-se também valorizar o sacramento da penitência e da reconciliação e oferecer momentos celebrativos especiais para a sua administração.

Celso Loraschi

Mestre em Teologia Dogmática com Concentração em Estudos Bíblicos, professor de evangelhos sinóticos e Atos dos Apóstolos no Instituto Teológico de Santa Catarina (ITESC).
E-mail: loraschi@itesc.org.br
FONTE:

PAULUS EDITORA - 
http://www.vidapastoral.com.br/roteiros/12-de-junho-11o-domingo-do-tempo-comum/

A ESPIRITUALIDADE QUE BROTA DA MISERICÓRDIA DO CORAÇÃO DE JESUS - IR. JOÃO ANTÔNIO JOHAS LEÃO

 FORMAÇÃO


Sagrado Coração de Jesus: "Amei-te com amor eterno; por isso atrai-te a mim cheio de misericórdia...” (Jr 31, 3). Essa passagem de Jeremias nos permite ver o núcleo da relação de Deus com suas criaturas. Deus nos ama e esse amor se expressa em sua misericórdia infinita por cada um de nós. Nas palavras do Papa Francisco: “Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado”. E esse caminho fica particularmente evidente quando contemplamos o Sagrado Coração de Jesus.

No documento chamado Haurietis Aquas, sobre o culto do Sagrado Coração de Jesus, podemos ler que “ao mostrar o Senhor o seu coração sacratíssimo de modo extraordinário e singular quis atrair a consideração dos homens para a contemplação e a veneração do amor misericordioso de Deus para com o gênero humano”. No Coração de Jesus podemos ver essa chama ardente de amor misericordioso que consome a cruz e os espinhos dos nossos pecados, para nos lembrar que a força do Amor de Deus é infinitamente maior que as nossas falhas. 

"No Coração de Jesus podemos ver essa chama ardente de amor misericordioso que consome a cruz e os espinhos dos nossos pecados". 
Chama a atenção que tanto a passagem bíblica como o documento da Igreja falem de atração. “Atrai-te a mim” e “quis atrair a consideração”. Penso ser uma palavra que expressa bem o desejo mais íntimo de Deus de que lhe entreguemos os nossos corações. Essa palavra manifesta a incansável busca de Deus por nós, mas também deixa claro que Ele nunca atropela a nossa liberdade, ele atrai, ele não nos toma. É sempre uma decisão nossa deixar-nos atrair por Ele ou não. É fácil lembrar aqui aquela passagem do Apocalipse que diz: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Ap 3, 20). Ele nunca vai arrombar essa porta. Mas da mesma maneira que nunca vai deixar de bater, também não se cansa em mostrar-se rico em misericórdia, esperando que um dia lhe concedamos nossos corações, ou que lhe abramos a porta. 

Quando celebramos o Sagrado Coração de Jesus, devoção que infunde inumeráveis riquezas celestiais nas almas dos fiéis, estamos celebrando o culto à Pessoa do Verbo Encarnado, a segunda da Santíssima Trindade. E como nos diz o Papa Francisco, Jesus Cristo é o rosto da Misericórdia do Pai. Em Cristo podemos ver o tamanho da misericórdia de Deus. Enquanto caminhou pela Terra, passou fazendo o bem, irradiando desde seu Sagrado Coração, a Divina Misericórdia. Com esse olhar atraiu os homens de ontem e quer continuar atraindo os de hoje. Quanto mais crescermos nessa devoção, mais nos deixaremos atrair pelo amor de Deus. 

Junto a devoção do Sagrado Coração, e também com a intenção de render-lhe um culto mais digno, é importante unir a devoção ao Imaculado Coração de Maria, não apenas celebrando-os em dias sucessivos (Como sabiamente o escolheu fazer a Igreja), mas unindo-os em nossas vidas. O Coração de Maria é quem melhor nos leva ao Coração de Jesus. Quanto mais nos aproximamos da Mãe de Cristo, mais ela vai nos ensinando a assemelhar o nosso coração com o de seu Filho. 

Que nessa Solenidade do Sagrado Coração deixemo-nos atrair um pouco mais pela misericórdia infinita que jorra desse coração. Não lhe fechemos as portas, pelo contrário, façamos um esforço por abri-las de par em par, para que recebamos com sinceridade tudo aquilo que Deus quer nos dar. 

FONTE: 


LEÃO, Ir. João Antonio Johas , REVISTA APARECIDA - Formação. SP, SP: Santuário Nacional de Aparecida,  06/2016

Leigo Consagrado do Sodalício da Vida Cristã, Estudante de Filosofia em vistas ao sacerdócio

29 de abr de 2016

LIÇÕES DE FÉ - MÚSICA FOGUEIRA SANTA NA FÉ DE ABRAÃO ( CANAL IURDTV)



Um dia, a Fé, a Esperança e o Amor saíram pelo mundo para ajudar os aflitos. Qual das três, seria capaz de realizar o melhor trabalho para a glória de Deus? À beira da estrada da vida encontraram um homem pobre que sofria há muitos anos com uma doença que o fazia paralítico desde nascença. Ele permanecia por muito tempo naquele mesmo lugar mendigando às almas caridosas a fim de obter o sustento para sobreviver.
Diante daquela situação, a Fé tomou a frente da Esperança e do Amor para resolver o caso. “Esperem aqui”, disse ela, “enquanto vou realizar minha obra na vida deste infeliz e arrancá-lo desta miserável situação”. Sem delongas, a Fé trouxe ao homem a Palavra de Deus e assim ela foi reproduzida no coração dele. I­me­diatamente aquele homem se rebelou contra aquela situação e usou a fé que tinha agora no coração para determinar sua cura, e no momento em que orava, seus ossos e juntas tornaram-se firmes. Pela primeira vez na vida ele ficou de pé e saltou de alegria! “Estou livre! Estou livre!”, gritava com euforia. A Fé o havia libertado. Agora ele era um novo homem. Estava livre das algemas da doença e do sofrimento. Não precisava mais ficar à beira da estrada para mendigar e muito menos padecer todas as dores de antes.
FONTE
http://www.licoesdefe.com.br/

YOU TUBE CANAL IURDTV

4 de abr de 2016

ABRAÃO E ISAAC


- VÍDEO 14:18  -  PESQUISA DE  JEFERSON DIAS DO PROJETO MAHABBA - 





ABRAÃO E ISAAC

FONTE:

 https://www.youtube.com/embed/1i-sq4G6a7E"






HAGAR E ISMAEL NO DESERTO


QUEM SÃO OS FILHOS DE ABRAÃO?

Um esclarecimento bíblico sobre a descendência árabe de Abraão


Por Jeferson Dias, do projeto MAHABBA


Os muçulmanos, com aproximadamente 1,3 bilhões de adeptos, são encontrados em centenas de grupos étnicos diferentes ao redor do mundo e, possivelmente, três quarto das pessoas do mundo muçulmano não possuem antecedentes árabes. Contudo, o estilo de vida e cultura árabe de Maomé influenciou profundamente o islamismo.


A herança bíblica árabe é geralmente esquecida ou desconhecida por muitos. Talvez saibamos que Ismael se tornou um príncipe árabe e o fundador de muitas tribos árabes, porém, nosso conhecimento sobre a herança bíblica árabe é superficial.


Abraão é o pai de todos os que crêem. De acordo com as promessas de Deus, cada um é bendito ou maldito, dependendo da sua relação com o pai da fé. Ao longo da história, cristãos, judeus e muçulmanos buscam ostentar seu vínculo com o pai da fé.


A Bíblia é uma grande fonte de informações a respeito das genealogias árabes. E os árabes são um povo semita (descendentes de Sem, filho de Noé), tanto quanto os judeus (Gn 10.21-32).


Segundo algumas fontes de pesquisa, existem, no mínimo, três tipos de árabes no Oriente Médio: os jotanianos (da linhagem de Jotão, filho de Gideão), os ismaelitas (da união de Abraão com Hagar) e os queturaítas (da união de Abraão com Quetura).


Todos querem pertencer à família de Abraão. Mas todos os árabes são descendentes de Ismael? Quem são os verdadeiros filhos de Abraão? Os árabes que afirmam ser descendentes de Abraão por meio de Ismael também estão incluídos nas promessas de bênçãos?


Vejamos o que a Bíblia diz.


A família de Abraão


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