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LITURGIA DIÁRIA COM O PADRE RÓGER ARAÚJO - 2017 - ANO A - REPÓRTER CATÓLICO - VALDIVINO FILHO

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terça-feira

Refletindo com Leonardo Boff

Reserva Moral PDF Imprimir E-mail
Escrito por Leonardo Boff   
Qui, 31 de Dezembro de 2009 11:13
O senhor acredita na vontade política dos grandes líderes mundiais em reverter a situação climática em que se encontra nosso planeta?
Leonardo Boff - Não acredito. Os grandes não possuem nenhuma preocupação que vá além de seus interesses materiais. Todas as políticas até agora pensadas e projetadas pelo G-20 visam salvar o sistema econômico-financeiro, com correções e regulações (que até agora não foram feitas) para que tudo volte ao que era antes. Antes reinava a especulação a mais desbragada que se possa imaginar. Basta pensar que o capital produtivo, aquele que se encontra nas fábricas e no processo de geração de bens soma 60 trilhões de dólares.
O capital especulativo, baseado em papéis, alcançava a cifra de 500 trilhões. Ele circulava nas bolsas especulativas do mundo inteiro, gerenciado por verdadeiros ladrões e falsários. A verdadeira alternativa só pode ser: salvar a vida e a Terra e colocar a economia a serviço destas duas prioridades. Há uma tendência autosuicidária do capitalismo: prefere morrer ou fazer morrer do que renunciar aos seus benefícios.
Nunca as questões ambientais estiveram tão em evidência como nos últimos anos. Termos como aquecimento global, mudanças climáticas apesar de vários alertas feitos há bem mais tempo, hoje fazem parte do cotidiano de muita gente em todo o planeta. Nessa "crise civilizatória" ainda há tempo para se fazer algo? De onde poderá vir essa "salvação"?
 

Presente de Natal - Por Frei Cláudio van Balen

Deus tem o rosto 'diferenciado' de Maria e José, de natureza e pastores, de sãbios e pessoas de todos os povos. Todos, tão diferentes, irradiamos algo de Deus. Pessoas de fé e de religiões não podem acomodar-se perante o 'Deus da historia!' A rotina com mesmice se faz aprisionamento da riqueza da vida, em fé e cultura. Natal é alerta: há algo 'novo' a esperar, é preciso ''.renascer

O poder em e ao redor de nós - povo e Herodes - teme o diferente, evita o 'novo'. Prefere preservar-se na 'rotina', deixando-se arrastar por medo e alienação. Natal enche a atmosfera de luz, canta e desperta o novo em sentimentos e atitudes. Há possibilidades 'outras' na vida, que reclamam ser aproveitadas. No dia a dia, não basta 'sobreviver' . Urge acordar, 'reiniciar'.

A poeira da  "acomodação" seja sacudida. Maria e José partem em direção a Belém, fogem para o Egito, retornam para Nazaré. Nada de nos 'aprisionar' em experiências cotidianas. Também de dentro da cultura e das pessoas ecoa um grito que se faz apelo, convite e promessa. É hora de 'ampliar e aprofundar ' espaço da convivência. É preciso fazer acontecer o 'diferente'.

Urge identificar-nos com ' estranhos', solidarizar-nos com 'distantes' e nos unir a 'excluídos'. Este é o apelo: fazer da iniciativa pessoal uma conversão coletiva e fraternal, fonte genuína da 'espiritualidade natalina'. Natal nos lembra e propõe: há distância que aproxima, há encantamento que 'liberta', há fé que 'mobiliza' para que algo novo aconteça.Santo Natal! Feliz de você a renovar-se.

Paralisado é Deus por medo, angústia e culpa, por onipotência e mesquinhez. Natal é fonte de ousadia: inovação no 'recomeçar' e solidariedade em globalizar' a religião. Graças ao testemunho de Jesus reconhecemos Deus como grandeza 'relacional' e solidariedade em ' globalizar a religião. Graças ao testemunho de Jesus, reconhecemos Deus como grandeza ' relacional' que sustenta tudo, sendo por todos sustentado: tudo e todos fluindo na 'gratuidade'. O fluir: fragilidade e grandeza em toda relação.
Natal: sempre um vir a ser.


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