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LITURGIA DIÁRIA - COMECE O DIA FELIZ

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quinta-feira

LITURGIA DIÁRIA COMENTADA - ANO 2016


1ª Leitura - 1Sm 18,6-9; 19,1-7

Saul, meu pai, procura matar-te. 
Leitura do Primeiro Livro de Samuel 18,6-9; 19,1-7 Naqueles dias:
6 Quando Davi voltou, depois de ter matado o filisteu,
as mulheres de todas as cidades de Israel
saíram ao encontro do rei Saul,
dançando e cantando alegremente
ao som de tamborins e címbalos.
7 E, enquanto dançavam, diziam em coro:
'Saul matou mil, mas Davi matou dez mil'.
8 Saul ficou muito encolerizado com isto
e não gostou nada da canção, dizendo:
'A Davi deram dez mil, e a mim somente mil.
Que lhe falta ainda, senão a realeza?'
9 E, a partir daquele dia,
não olhou mais para Davi com bons olhos.
19,1 Saul falou a Jônatas, seu filho,
e a todos os seus servos
sobre sua intenção de matar Davi.
Mas Jônatas, filho de Saul,
amava profundamente Davi,
2 e preveniu-o a respeito disso, dizendo:
'Saul, meu pai, procura matar-te;
portanto, toma cuidado amanhã de manhã,
e fica oculto em um esconderijo.
3 Eu mesmo sairei em companhia de meu pai,
no campo, onde estiveres,
e lhe falarei de ti, para ver o que ele diz,
e depois te avisarei de tudo o que eu souber'.
4 Então Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai,
e acrescentou:
'Não faças mal algum ao teu servo Davi,
porque ele nunca te ofendeu.
Ao contrário, o que ele tem feito
foi muito proveitoso para ti.
5 Arriscou a sua vida, matando o filisteu,
e o Senhor deu uma grande vitória a todo o Israel.
Tu mesmo foste testemunha e te alegraste.
Por que, então, pecarias,
derramando sangue inocente
e mandando matar Davi sem motivo?'
6 Saul, ouvindo isto,
e aplacado com as razões de Jônatas, jurou:
'Pela vida do Senhor, ele não será morto!'
7 Então Jônatas chamou Davi
e contou-lhe tudo isto.
Levou-o em seguida a Saul,
para que ele retomasse o seu lugar, como antes.
Palavra do Senhor.

Salmo - Sl 55, 2-3. 9-10ab. 10c-11. 12-13 (R. 5bc)
R. É no Senhor que eu confio e nada temo.
2 Tende pena e compaixão de mim, ó Deus, +
pois há tantos que me calcam sob os pés, *
e agressores me oprimem todo dia!
3 Meus inimigos de contínuo me espezinham, *
são numerosos os que lutam contra mim! R.

9 Do meu exílio registrastes cada passo, +
em vosso odre recolhestes cada lágrima, *
e anotastes tudo isso em vosso livro.
10a Meus inimigos haverão de recuar +
10b em qualquer dia em que eu vos invocar; R.

10c tenho certeza: o Senhor está comigo!
11 Confio em Deus e louvarei sua promessa. R.

12 É no Senhor que eu confio e nada temo: *
que poderia contra mim um ser mortal?
13 Devo cumprir, ó Deus, os votos que vos fiz, *
e vos oferto um sacrifício de louvor, R.


Evangelho - Mc 3,7-12
Os espíritos maus gritavam: 'Tu és o Filho de Deus!'
Mas ele ordenava severamente para não dizerem quem ele era. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,7-12 Naquele tempo:
7 Jesus se retirou para a beira do mar,
junto com seus discípulos.
Muita gente da Galiléia o seguia.
8 E também muita gente da Judéia,
de Jerusalém, da Iduméia, do outro lado do Jordão,
dos territórios de Tiro e Sidônia,
de tudo o que ele fazia.
9 Então Jesus pediu aos discípulos
foi até Jesus, porque tinham ouvido falarque lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão,
para que não o comprimisse.
10 Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas,
e todos os que sofriam de algum mal
jogavam-se sobre ele para tocá-lo.
11 Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés,
gritando: 'Tu és o Filho de Deus!'
12 Mas Jesus ordenava severamente
para não dizerem quem ele era.
Palavra da Salvação.

Reflexão - Mc 3, 7-12

O evangelho de hoje é uma continuação dos evangelhos anteriores e nos mostra que, se por um lado, as autoridades religiosas da época de Jesus não concordavam com o seu modo de agir e com os seus ensinamentos, por outro lado, a multidão cada vez mais aderia aos seus ensinamentos e procurava em Jesus a solução para os seus problemas, naturais ou espirituais. A visão institucionalizada da fé é importante porque nos ajuda a viver comunitariamente o nosso relacionamento com Deus, mas pode ser perigosa enquanto pode submeter o próprio Deus aos critérios da razão humana ou legitimar, em nome de Deus, relacionamentos e costumes meramente humanos que podem até ser opressores e excludentes. 

Fonte: CNBB



sábado

O REI DAVI - FILME BÍBLICO COMPLETO



..."SEU FILHO SERÁ MEU FILHO E EU SEREI SEU PAI E ESTABELECEREI MEU REINADO PARA SEMPRE!

..." VOCÊ DISSE QUE ISSO ERA UMA PROVA DO AMOR DE DEUS : NÃO IMPORTA QUE ERRO COMETAMOS, DEUS NOS AMA E NOS CHAMARÁ DE VOLTA - VOCÊ DEVE IR E ESCUTAR A DEUS!"


FONTE



sexta-feira

LITURGIA DOMINICAL - ANO C - 2° DOMINGO DO TEMPO COMUM DEPOIS DA EPIFANIA - BODAS DE CANÁ

Homilia do Mons. José Maria – II Domingo do Tempo Comum – Ano C



O Primeiro Milagre

Após as festas natalinas, inicia o Tempo Comum, em que revivemos os principais Mistérios da Salvação.

O Evangelho (Jo 2, 1-11) fala das Bodas de Caná. O motivo da escolha deste texto, para este domingo – o segundo depois da Epifania – é explicado na frase conclusiva: Jesus, em Caná da Galiléia, deu inicio aos sinais e manifestou sua glória e seus discípulos creram nele (Cf. Jo 2, 11).
Em Caná aconteceu uma nova epifania de Jesus: ele se manifestou como havia se manifestado no início aos magos e a João Batista no Batismo do Jordão.
Segundo o costume da época a festa, o banquete, durava oito dias. Depois de alguns dias começou a faltar o vinho; a alegria daqueles esposos e de sua família estava ameaçada…
Maria percebe a situação, e disse a Jesus, em tom aflito: “Eles não têm mais vinho”. Jesus opôs um pouco de resistência, mas depois fez o milagre: Da água soube tirar um novo vinho para continuar a festa. A presença de Jesus salvou a alegria dos esposos e permitiu que a festa continuasse.
Acontece em todo casamento aquilo que aconteceu nas Bodas de Caná; começa no entusiasmo e na alegria; o vinho é o símbolo, precisamente, desta alegria e do amor recíproco que lhe é a causa. Mas este amor e esta alegria – como o vinho de Caná – com o passar dos dias e dos anos, consome-se e começa a faltar; todo sentimento humano, exatamente porque humano, é recessivo, tende a consumir-se e a se exaurir; então desaba sobre a família uma nuvem de tristeza e desgosto; aos convidados para as bodas que são os filhos, não se tem mais nada a oferecer, a não ser o próprio cansaço, a própria frieza recíproca e muitas vezes a própria amarga desilusão. Falhas cheias de água. O fogo para o qual tinham vindo para se aquecer vai se apagando e todos procuram outros fogos fora dos muros da casa para aquecer o coração com um pouco de afeto.
Há remédio para esta triste perspectiva ? Sim, o mesmo remédio que houve em Caná da Galiléia: Convidar Jesus para as bodas! Se ele for de casa, a ele se poderá recorrer quando enfraquecerem o entusiasmo, a atração física, a novidade, enfim, o amor com que se tinha começado como namorados, porque da água da “rotina”, ele saberá fazer brotar, pouco a pouco, um novo vinho melhor do que o primeiro, isto é, um novo tipo de amor conjugal, menos efervescente do que o da juventude, mas mais profundo, mais duradouro, feito de compreensão, de conhecimento mútuo, de solidariedade, feito também de muita capacidade de se perdoar.
Convidar Jesus para o próprio matrimônio! Sim, isto significa reconhecer desde o tempo de namoro que o matrimônio não é uma questão privada entre um homem e uma mulher, em que a religião e o padre devem entrar somente para pingar sobre nós um pouco de agra benta ou para lhe dar um pouco de prestígio exterior com órgão, flores e tapete, mas é uma vocação, um chamado para realizar, de certa forma, a própria vida e o próprio destino; vocação que vem de Deus cuja norma e cuja força devem orientar a vida do casal.
Merecem ser destacadas as palavras de Maria: “Eles não tem mais vinho”; “Fazei o que ele vos disser” (Jo 2, 3.5).
“Em Caná, ninguém pede à Santíssima Virgem que interceda junto de seu Filho pelos consternados esposos. Mas o coração de Maria, que não pode deixar de ser compadecer dos infelizes, impele-a a assumir, por iniciativa própria, o ofício de intercessora e a pedir ao Filho o milagre. Se a Senhora procedeu assim sem que lhe tivessem dito nada, que Teria feito se lhe tivessem pedido que interviesse?” (Sto. Afonso Maria de Ligório). Que não fará quando – tantas vezes ao longo do dia! – lhe dizem “rogai por nós” ? Que não iremos conseguir se recorremos a Ela ?
“Maria põe-se de permeio entre o seu Filho e os homens na realidade das suas privações, das suas infigências e dos seus sofrimentos. Maria faz-se de Medianeira, não como uma estranha, mas na posição de Mãe, consciente de que como tal pode – ou antes, tem o direito de – tornar presentes ao Filho as necessidades dos homens” (Beato João Paulo II).
Jesus não nos nega nada; e concede-nos de modo particular tudo o que lhe pedimos através de sua Mãe.
Maria continua dizendo a nós, seus filhos: “Fazei o que Ele vos disser”.

FONTE:


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