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quarta-feira

HOMILIAS DO PADRE. RÓGER ARAÚJO - Só vivemos a verdade e a vida plena em Deus - 25/05/2015



 Deixemo-nos ser conduzidos pelo Espírito Santo para que não vivamos de nossas verdades, mas sim da única verdade que vem de Deus!

“Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ele vos ensinará toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir” (João 16, 13).

(clique no link para ouvir toda a homilia):


Iluminados pelo Espírito Santo, nós somos conduzidos, cada vez mais, a conhecer a verdade. E a verdade a que me refiro aqui não é conhecimento doutrinário, teológico, exegético; não é conhecer, cada vez mais, as verdades científicas ou as descobertas tecnológicas.

A verdade é maior, é a verdade que o mundo não conhece, a verdade confiada àqueles que têm intimidade com Deus: Conhecer as profundezas de Deus, a verdade d’Ele, a única e a suprema verdade: nós viemos de Deus e pertencemos a Ele!

O Espírito de Deus nos convence e nos leva a termos uma vida em Deus, unida a Ele; uma vida íntima de Jesus. O Espírito nos leva e nos conduz a exaltar e a glorificar o nome de Jesus.

No mundo em que se preocupa tanto em exaltar o nome de pessoas e em glorificar pessoas e, muitas vezes, até na Igreja, as quais ocupam o lugar de Deus. Não é no Espírito que se faz isso; n’Ele nós glorificamos e exaltamos o nome de Jesus, O colocamos acima de todas as coisas.

O Espírito de Deus nos conduz a viver a didática de Deus. Sabemos que a nossa relação com Deus acontece de forma muito pedagógica: Ele vai nos ajudando a amadurecer e a nos convencer de que a vida é muito mais do que aquilo que está em nossa “cabecinha” ou em nosso coração.

Na pedagogia de Deus, a Sua suprema paciência é o que nos conduz, é assim que o Senhor nos olha. Assim como um pai tem paciência com sua criança que vai amadurecendo dia após dia, tempo após tempo, Deus também nos olha desta mesma forma. E quanto mais nos abrirmos à graça de Seu Santo Espírito, tanto mais a maturidade divina acontecerá em nós!

Maturidade é a capacidade de estarmos mais próximos de Deus e conhecermos a verdade que é Deus. É assim que o Paráclito nos conduz e age em nossa vida.

Deixemo-nos ser conduzidos pelo Espírito e nos rendamos à ação d’Ele para que não vivamos de nossas verdades, mas sim da única verdade que vem de Deus; da qual só o Paráclito pode nos convencer! Por isso nós nos colocamos inteiramente à disposição d’Ele.

Celebrando hoje o dia de Nossa Senhora de Fátima, lembremos que Maria foi plena do Espírito, se rendeu e se entregou à ação poderosa do Paráclito.

Hoje nós nos consagramos ao Imaculado Coração de Maria, aquele coração pleno e totalmente cheio da graça de Deus e da ação do Espírito. Que Maria interceda por nós e nos coloque no colo do seu Filho Jesus para que Ele, cada vez mais, nos encha do dom, da graça e da ação de Seu Espírito Santo!

Deus abençoe você!

FONTE:







O DOMINGO - SEMANÁRIO LITÚRGICO CATEQUÉTICO: O AMOR QUE NOS PRECEDE - Pe. Virgílio, ssp

"Jesus se apresenta como o amigo que nos amou até a doação da própria vida. Ele nos convida a amar-nos uns aos outros com igual amor, dedicando nossa vida ao próximo para que faça a experiência da salvação do Senhor. Deus é amor, e é amando que demonstramos conhecê-lo."
(Rito Inicial da missa no Dia das Mães - 10/05/2015)



Imãos e irmãs queridos,

Se quisermos ser sinceros, temos de admitir que escrever ou falar sobre o amor é façanha cada vez mais árdua. Corre-se o risco de cair na banalidade, na ambiguidade, no espiritualismo ou até no sentimentalismo. De maneira que os escritores, os pregadores ou mesmo os cantores do amor não nos convencem mais.

É que o amor, apesar de tanta promoção, ainda não passa de ilustre desconhecido. Dele ignoramos as fontes, as raízes, a autoria e até o tempo de aparecimento. Ignoramos que ele não nasceu conosco e que não somos nós seus inventores: ele preexiste e nos precede desde a eternidade. De fato, "nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Deus que nos amou  primeiro" (Jo 4,10).
Na raiz do amor, então, está a liberdade de Deus, que primeiro nos amou e, por isso, nos chamou à existência. Quer dizer que, se não houvesse esse "amor preexistente", ninguém estaria aqui para contar a história.
Portanto, o amor que nos precede é filho da liberdade de Deus. Não era necessário que ele nos amasse e nos lancasse no rio da vida: fez isso livre e gratuitamente. Mas com a condição de que nós também entrássemos no ritmo do amor gratuito, a fim de que a vida adquirisse seu autêntico sentido. 
Com demasiada frequência, porém, cedemos à tentação de atraiçoar o amor que nos precede. Andamos pensando que amar é escolher - e escolher é excluir. Ao contrário, o amor é força que tende para a unidade e não tolera exclusões.
Então, revisitando as raízes do amor, chegamos até o verdadeiro Deus. O qual, como é lógico, ama a todos, mas não deixa de ter certa queda por aqueles que nós costumamos excluir.
Conclusão: o amor que nos precede e nos acompanha um dia se encarnou e se tornou visível em Jesus Cristo. E hoje, quem deveria encarná-lo e torná-lo visível - a não ser eu e você?

FONTE:
O DOMINGO - SEMANÁRIO LITÚRGICO CATEQUÉTICO
EDITORA PAULUS (PIA SOC DE SÃO PAULO)

REFLEXÃO:  RITUAL DA MISSA -

terça-feira

Palavras do Pastor - Papa Francisco

05/05/2015

As atribulações nos fazem sofrer, mas é a confiança que nos dá a esperança, ensina o Papa Francisco.

(Por Centro Vocacional)
O Santo Padre ensina a encarar o sofrimento como parte da vida e aprender a confiar em Deus.

papasfri


Na Missa realizada na casa Santa Marta, no dia 5 de maio,  o Papa Francisco refletiu em sua homilia sobre o sofrimento na vida do cristão, e afirmou que o cristão não é um masoquista, mas tem confiança e esperança no Senhor. Sublinhou, então, o exemplo de São Paulo, que não obstante as tribulações, permanece firme na fé e encoraja os irmãos a esperarem no Senhor. Para o Santo Padre existem três palavras que nos preparam para o Reino dos Céus: tribulações, confiança e paz.
Dando destaque, em primeiro lugar, as tribulações, o Papa afirmou que elas devem ser aguentadas e suportadas, assim como nos mostra o Apóstolo Paulo, não como uma atitude masoquista, mas como uma “luta cristã” contra o príncipe deste mundo que procura nos afastar da Palavra de Jesus que é aquilo que nos dá fé e esperança.
A segunda palavra é a confiança. O Santo Padre diz que se trata de uma palavra que nem sempre a pronunciamos em forma de oração. E para mostrar este caminho de entrega confiante ele afirma que é necessário confiar os momentos difíceis a Deus. “Confiar ao Senhor, este momento difícil, confiar ao Senhor a mim próprio, confiar ao Senhor os nossos fiéis, nossos sacerdotes, bispos, confiar ao Senhor as nossas famílias, os nossos amigos e dizer ao Senhor: ‘Toma conta deles, são teus’”, ensina.
São as tribulações que nos fazem sofrer, mas é a confiança que nos dá a esperança e é daqui que surge a terceira palavra: a paz, afirma o Sumo Pontífice. E continua a explicação: “‘Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz’, diz Jesus aos discípulos, mas não é uma paz como simples tranquilidade, mas uma paz ‘que vem de dentro’ e que te ‘dá força’ na fé e na esperança”.
E conclui dizendo: “Três palavras: tribulações, confiança e paz. Na vida temos que trilhar em caminhos de tribulações, é a lei da vida. Mas naqueles momentos confiemos no Senhor e Ele responde-nos com a paz. Este Senhor que é Pai ama-nos tanto e nunca desilude.”
FONTE:


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